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edição de 9 de outubro de 2017

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Forma sistêmica Carol

Forma sistêmica Carol Althaller, head de business intelligence da Artplan Na Artplan, trabalhamos de forma sistêmica em todo processo. Para criar uma conexão com milhares de pessoas que consomem as marcas dos nossos clientes e exigem cada vez mais participação e representatividade, combinamos metodologias tradicionais, novas e proprietárias. É um novo pensamento que ajuda na tomada de decisões estratégicas com um olhar holístico em todas as etapas da rotina do consumidor, agregando mais adequação, eficiência e otimização. Trazer insights bem fundamentados nos permite criar uma cultura de prototipação e agilidade no nosso processo de trabalho. Outro ponto importante é que no pensamento antigo costuma-se pensar em internet como redes sociais ou serviços já consolidados, mas deveríamos olhar muito mais como conexão, parte da infraestrutura básica das nossas vidas e responsável pela maior parte das nossas atividades do dia a dia. Não dormir no ponto Ira Finkelstein, vice-presidente de estratégia da Heads Não se pode dormir no ponto! Hoje tudo é muito rápido e orgânico. Definitivamente o universo digital modificou comportamentos e a forma como as pessoas se veem e veem o mundo à sua volta. Isso criou nossos cenários e perspectivas na vida de cada indivíduo. Sem contar o acesso a informações sobre a vida de outras pessoas, das marcas, das empresas, dos políticos etc., que antes, de alguma forma, conseguiam ficar escondidas embaixo do tapete. Agora não mais. A verdade das intenções vem às claras e faz nascer uma relação pautada num propósito comum, que une a mim, a você, à marca, à empresa e a todos os demais agentes que compartilham do mesmo pensamento e sentimento. O casamento entre tudo isso é que está valendo agora. Essa é a moeda da vez. Marca invisível João Livi, CEO e CCO da Talent Marcel Métricas Cris Camargo, diretora-executiva do IAB Novos concorrentes Márcio Oliveira, CEO da Lew’Lara\TBWA Com tantos dados disponíveis, a publicidade deve manter a consistência. O excesso de insights, mensagens, plataformas e caras é uma boa forma de você virar uma marca invisível. Um insight correto expresso de forma deficiente fica com cara de erro. Ou de nada. A criatividade, o humor, a inteligência e a beleza são as janelas do pensamento. Vida, aceitação social, reconhecimento, identidade, pertencimento, contemporaneidade e afeto são ainda os grandes propulsores das atitudes. Os dados estão diretamente ligados aos objetivos de negócios. E, para se obter uma percepção positiva da marca, deve-se buscar métricas específicas sobre o monitoramento dos sentimentos do consumidor. O uso da automação deveria trazer o efeito contrário, ou seja, o contexto perfeito para o impacto publicitário. A tecnologia veio para melhorar a adequação da mensagem ao target e, portanto, não devemos culpar a tecnologia em si. Se há invasão de privacidade, isto está atribuído ao mau uso da tecnologia. Relação efêmera Renata Bokel, VP de Estratégia da BETC/Havas Na verdade, a era dos dados apresenta mais oportunidades do que desafios. Abrir mão de dados, no fim do dia, é abrir mão de receita. Hoje, mais do que nunca, a publicidade pode desempenhar um papel muito mais relevante e efetivo na vida das pessoas. As possibilidades nunca foram tão interessantes. A tecnologia sofisticou o nosso papel e deixou a nossa conversa com as pessoas mais interessante. Quanto mais sabemos sobre os nossos consumidores, mais relevantes podemos nos tornar como marca. Ações de comunicação hoje devem entreter, educar e prestar serviço. O bacana dos dados é poder antecipar movimentos e ter um olhar diferente sobre concorrência e business. Explico: você sabia que o número de pessoas que tiram a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) com 18 anos caiu 23% nos últimos anos? Isso significa, em números claríssimos, o desinteresse por aquisição de veículos. Se você trabalha com mobilidade, com montadora e com seguradora, você pode contribuir para o desenho de produtos e serviços baseados na cultura do uso e não da posse. Porque parece que esse será o mercado. Quando você olha que o movimento de bares caiu 34% nos últimos anos, você realmente acha que o motivo foi só a crise? Ou os novos concorrentes dos bares e do chope que se vende nos bares é o Netflix, o PlayStation e a varanda gourmet dos apartamentos? As pessoas têm o poder de bloquear quem e o que os incomoda. O problema da mídia programática não é esse. O problema é que a marca do anunciante, muitas vezes, vai parar em sites, blogs e portais de caráter fake. Gente que, através de fake news, consegue uma alta audiência e monetiza isso com programática. Esse problema é terrível. 16 9 de outubro de 2017 - jornal propmark

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