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edição de 9 de outubro de 2017

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AgênciAs Wunderman passa por mudanças importantes no comando local Operação brasileira da empresa do WPP especializada em digital tem Pedro Reiss como novo líder e recebe visita do CEO global Mark Read Cristiane Marsola CEO Global da Wunderman O e da WPP Digital, Mark Read, esteve no Brasil, semana passada, para anunciar mudanças importantes na operação brasileira das agências do Grupo WPP. “Queremos que a Wunderman no Brasil seja uma das joias da nossa coroa. É um dos escritórios mais fortes na rede e, nos próximos três anos, precisamos investir mais em várias áreas. A primeira é a tecnologia de marketing, que apoia o que fazemos e onde estamos progredindo com a aquisição da PMWeb. A segunda é a área de dados. Estaremos integrando a KBM fortemente ao nosso trabalho e procuraremos mais aquisições e parcerias. E também há algumas áreas novas como e-commerce, em que temos fortes ferramentas para construir sites e trabalhamos com a Amazon, que finalmente está levando o mercado brasileiro a sério, isso é importante”, afirma, referindo-se às duas empresas adquiridas recentemente pela Wunderman. A principal mudança é que Pedro Reiss deixou a copresidência da F.biz, onde estava havia 11 anos, para assumir como CEO da Wunderman no Brasil. O executivo vai se reportar ao diretor-executivo regional para a América Latina, Juan Pablo Jurado. Entre as novas atribuições, Reiss terá de trabalhar para criar mais sinergias com PMWeb, que atua na área de otimização e gestão de campanhas multicanais, e KBM, que tem foco em gestão de dados. As empresas continuarão atuando de maneira independente, mas compartilhando expertises e ferramentas. Read não descartou novas aquisições no país, que devem ser realizadas nas áreas de e-commerce, dados e tecnologia de marketing. O mercado brasileiro está no top 5 da Wunderman e, por isso, Pedro Reiss, CEO da Wunderman no Brasil; Mark Read, CEO global da agência; e Juan Pablo Jurado, líder na América Latina “Queremos Que a Wunderman no Brasil seja uma das joias da nossa coroa” Divulgação a empresa tem investido aqui pensando no futuro. “Quando há tempos difíceis na economia, nós vemos rápida mudança no comportamento do consumidor, e as companhias que obtêm sucesso quando as coisas melhoram, como elas inevitavelmente o fazem, são aquelas que investem quando há mais desafios. É hora para recrutar as melhores pessoas, para investir em novas tecnologias e pensar no que o futuro trará”, diz. O executivo conta que sempre fica impressionado com a qualidade do trabalho brasileiro. “A proximidade das habilidades criativas e de mídia, separadas em outras partes do mundo, são a maior força do Brasil”, fala. A liderança da Wunderman estava interinamente com o CCO Paulo Sanna e o COO Caio Bamberg, nos últimos três meses, depois da saída de Eduardo Bicudo. O executivo havia deixado a presidência da Wunderman em junho, após 14 anos no comando, para se tornar diretor-geral da América Latina na Accenture Interactive. Agora Reiss, Sanna, Bamberg e Cris Duclos, que assumiu como VP de estratégia e negócios na agência em agosto, compõem o board da operação brasileira. Com a saída de Reiss da copresidência da F.biz, Roberto Grossman se mantém sozinho no cargo de CEO. O novo trio de lideranças da agência, formado por Juliana Nascimento (CBO), Renata d’Ávila (CSO), e Guilherme Jahara (CCO), vai se reportar diretamente a ele. Reiss também estava no comando da Marketing Tech, consultoria de TI para marketing criada em 2015. Leandro Ribeiro assume como diretor-geral e completa a liderança com Veruska Cicio e Isaias Lemes, ambos diretores de Marketing Tech. 10 9 de outubro de 2017 - jornal propmark

agências Up fixa sede em sP e se posiciona como laboratório de comunicação Objetivo da empresa é romper com os modelos tradicionais, trabalhar de forma colaborativa em projetos que vão além de campanhas publicitárias Agência de origem carioca, a Up mudou de nome, deixou a sede no Rio de Janeiro para se fixar em São Paulo e passa a se posicionar como um laboratório de comunicação, com ênfase em inovação social e ações de impacto positivo. Fundada há 15 anos como Up line, a empresa atua em live marketing e estratégia digital, mas há cerca de dois anos vem desenvolvendo projetos colaborativos que mostram que as soluções para um cliente podem ser, por exemplo, a criação de uma escola. “A gente está voltando todo o core business do negócio para projetos que tenham impacto social, ambiental e econômico positivo”, conta Marcella Mugnaini, sócia da Up ao lado de Divulgação Lídia Zuim, Rennê Nunes, Marcella Mugnaini e Vinicius Theodoro: buscar impacto positivo Rennê Nunes. “Temos clientes com projetos para construir escolas, são projetos que transcendem campanhas publicitárias, live marketing”, diz ela. Nunes explica que a Up cocria projetos e se conecta com outras empresas de acordo com as demandas do cliente. “Para cada projeto, a gente monta ti- mes diferentes e específicos de acordo com a demanda. Desenvolvemos muitas metodologias colaborativas. A gente compra mídia digital quando faz sentido para o cliente”. A Up atende clientes como a Globosat e seus canais Globo- News e GNT, Lomadee, Twitter e LinkedIn. A mudança para São Paulo? “A gente ficou no Rio até o ano passado em função dos Jogos Olímpicos, mas depois decidimos vir para cá, porque a maioria dos projetos está aqui”. Para essa nova fase, a empresa contratou reforços como Lídia Zuin, pesquisadora e doutoranda em artes visuais na Unicamp, e o designer Vinicius Theodoro, do movimento Mood Afro. jornal propmark - 9 de outubro de 2017 11

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