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edição de 9 de janeiro de 2017

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hocus-focus/iStock A relação de amor e ódio na palma da mão Veja as declarações de profissionais sobre suas experiências com o iPhone “eu tive o primeiro iPhone. nossa, lembro bem a migração. tinha dois aparelhos na época, um nokia n95 (o suprassumo da tecnologia) e um Blackberry. em apenas uma semana com o iPhone eu já não conseguia usar nenhum dos dois anteriores mais. impressionante a facilidade intuitiva do touchscreen. impressionante como o mundo de aplicativos (que já existiam) agora fazia sentido. impressionante como tudo o que era o estado da arte em tecnologia ficou ultrapassado em um momento.” Marcio Borges Diretor-geral da WMcCann Rio “Costuma-se falar dessas tecnologias a partir do seu lado negativo (neutralização das relações reais, urgência do movimento, efemeridade, proliferação do ruído, ausência de valoração decorrente do binômio quantidade/velocidade etc.); eu prefiro entender que todos os sistemas simbólicos e qualquer pragmática que se assuma sistêmica apresentam distorções – não seria diferente com a conectividade. Vejo a conectividade como um aspecto fundamental da construção cultural e das identidades do mundo líquido.” Marcela Medina Professora da PUC Rio “o iPhone foi a garrafa de champagne, que com um estouro, pôs ao mar o transatlântico da sociedade interconectada pela web. Sua beleza, simplicidade e operação intuitiva inauguraram um novo padrão sobre o que podemos esperar de um produto.” Rodrigo Leão Diretor de criação da Casa Darwin “o iPhone resignificou o que foi um dia o telefone e o que ‘estar mobile’ seria, assim como a tecnologia e a internet transformaram a forma do ser humano se relacionar para sempre. as pessoas se escondem por trás dos celulares - o celular é o novo cigarro, muleta, mão no bolso ou a nova televisão que um dia ficava ligada em casa nos fazendo companhia - é conveniente até nessa hora. Hoje, através do celular/mobile devices, estamos conectados com o mundo, sim, mas temos uma ilusão de que fazemos parte de algo. nas redes sociais não existe a profundidade e a realidade de uma relação física.” Patricia Weiss Especialista em branded content “nos últimos dias, li um artigo onde a apple admite que o iPhone é feito para durar quatro anos. essa suspeita sempre existiu (desde os tempos dourados de Jobs que, a cada 6 meses anunciava o ‘next big thing’ da apple e do seu smartphone com pompa e circunstância), mas essa ‘confissão’ causa danos num mundo onde se espera cada vez mais das marcas em termos de sustentabilidade e, de certa maneira contraditória, mais design e eficiência.” Thomaz Malan Consultor em inovação da TBD Lab “no lançamento do iPhone foi a primeira vez em que a tecnologia deu um passo para trás para dar muitos para a frente. explico: o que (Steve) Jobs fez com o iPhone qualquer celular da época fazia, tecnologicamente falando, mas nenhum era tão ‘humano’, tão ‘simples’, tão ‘qualquer criança mexe’, como o iPhone. tudo ficou muito básico, quase primitivo. e isso fez a diferença na indústria inteira.” Bob Wohleim Head of digital Grupo ABC “ainda lembro o dia em que ganhei meu primeiro iPhone, no ano em que foi lançado. Foi ali que eu parei de conjugar o verbo contemplar. não havia mais ócio, olhar para o horizonte, ficar ‘de bobeira’. o iPhone é meu bem e meu mal. amo e odeio.” Martha Mendonça Roteirista e escritora “o iPhone é a representação máxima de uma era de experiência. Foi o primeiro celular a entender que as pessoas se comunicam de diversas formas, não apenas falando, mas também escrevendo, clicando e compartilhando fotos, vídeos e músicas. o iPhone agregava tudo isso, mas também se moldava para cada atividade, e isso foi uma sacada genial da apple.” Fred Gallo Estrategista na Crama Design Estratégico “a apple colaborou para uma sociedade mais cíbrida, mas também mais ubíqua, o que lhe confere um status muito peculiar, a ter sido um poderoso acelerador para as comunicações de todo o planeta. não é à toa que se criou no entorno da marca um poderoso elo de identificação, porque o iPhone, não é só um telefone, ele tem o protagonismo embutido, o i, do eu no comando, o que acabou por criar tribos bem marcadas de identificação de marca.” Carlos Piazza Consultor em darwinismo digital e professor “o iPhone representa uma estação multimídia no seu bolso, um escritório. Representa a liberdade. Representa o estado da arte, fazer melhor, mais belo. Representa inovar, ultrapassar expectativas. o iPhone é uma produtora. É um controle remoto. É uma bússola. É o que você quiser.” Bruno Pinaud Gerente de criação de promo na TV Globo “o iPhone revolucionou nosso mercado. não de celulares apenas, de comunicação... novas empresas surgiram com um novo jeito de se relacionar com as pessoas. o iPhone trouxe as empresas para as mãos das pessoas.” Gilherme Jahara CCO da F.biz “antigamente, os telefones ligavam pessoas. o iPhone fez os telefones ligarem pessoas, veículos, marcas, conteúdo e cultura. talvez seja uma invenção mais importante que a própria televisão.” Fábio Seidl Group creative director na 360i 18 9 de janeiro de 2017 - jornal propmark

mídia Divulgação Show Cúmplices de um Resgate: atração exibida em 13 de dezembro alcançou a liderança na faixa das 22 horas Novela Cúmplices de um Resgate consolida vice-liderança do SBT Especial do folhetim, que foi o quarto programa mais assistido da emissora, alcançou o primeiro lugar e foi a atração mais vista do canal BÁRBARA BARBOSA Impulsionado pelo folhetim infanto-juvenil Cúmplices de um Resgate, o SBT terminou o ano de 2016 em segundo lugar na média geral de audiência entre os canais de TV aberta, de acordo com o PNT (Painel Nacional de Televisão). A novela, ao longo do ano, teve média de 11,1 pontos e foi o quarto programa mais visto da emissora. O ápice, no entanto, foi o Show Cúmplices de um Resgate, especial que atingiu 15 pontos – maior pontuação do ano. Na média geral das 24 horas, a emissora encerrou 2016 com 5,48 pontos, consolidando o segundo lugar no ranking geral das audiências pelo terceiro ano consecutivo. Conforme dados revelados pelo próprio SBT, ela foi ainda a emissora que mais cresceu no compa- SBT é o Segundo canal maiS viSTo no BraSil, de acordo com média anual do pnT, deSde 2014 rativo da média de 2015 com 2016: 10%, já que em 2015 havia registrado 4,99 pontos na média das 24 horas. A emissora líder (TV Globo) cresceu 8% no mesmo período analisado. Além disso, emissora encerrou o ano de 2016 em segundo lugar em todas as faixas horárias do dia. Na parte da manhã, das 6h às 12h, marcou 4,07 pontos de média de janeiro a dezembro no PNT. Foi o melhor desempenho desde 2011, quando registrou 4,30 pontos. A emissora terceira colocada (Record TV) alcançou 3,75 pontos de média. Na faixa vespertina, das 12h às 18h, o SBT empatou com a emissora concorrente em 6,6 pontos. Foi o seu melhor índice no horário desde 2006, quando marcou 7,67 de média. Já no horário nobre, das 18h às 24h, a emissora de Silvio Santos superou a concorrência e consolidou o segundo lugar no PNT com 8,41 pontos de média. Também foi o melhor índice anual para essa faixa horária desde 2005, quando encerrou o período com 10,19. A terceira colocada marcou 8,37 de média na mesma faixa horária. O canal também foi melhor na madrugada e fechou em segundo lugar isolado no PNT ao longo de 2016. Das 24h às 6h, registrou 2,81 pontos de média. Esse foi o melhor desempenho desde 2011, quando registrou média de 2,94. A emissora terceira coloca- da novamente foi superada e fechou essa faixa horária com apenas 1,41 de média. O SBT é o segundo canal mais visto no Brasil na média anual desde 2014. Show Exibido no dia 13 de dezembro de 2016, o Show Cúmplices de um Resgate conquistou a liderança no horário em que foi ao ar, das 22h09 às 23h48, atingindo, além dos 15 pontos de média, 23,28% de share e 16,34 de pico. A Globo, emissora líder, ficou com os mesmos 15 pontos na faixa. O show foi a atração mais vista do SBT, seguido por Carinha de Anjo, em segundo lugar com média de 11,8 pontos; Chiquititas, em terceiro, com 11,5 pontos; e Cúmplices de um Resgate e Garota da Moto, em quarto lugar, com média de 11,1 pontos. jornal propmark - 9 de janeiro de 2017 19

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