Views
6 months ago

edição de 8 de janeiro de 2018

  • Text
  • Mercado
  • Janeiro
  • Ainda
  • Marca
  • Propmark
  • Digital
  • Jornal
  • Marcas
  • Marketing
  • Economia

Agências Bullet firma

Agências Bullet firma joint-venture com empresa de ativação americana Parceria com Team Enterprisess, da MDC Partners, tem objetivo de atender demanda regional e possibilita projetos em conjunto para clientes Felipe Turlão Especial para o PROPMARK Alguns meses após anunciar o lançamento de sua operação nos Estados Unidos, a Bullet firma uma joint-venture com a agência de ativação Team Enterprises, de Fort Lauderdale, na Flórida. A empresa tem entre seus sócios a MDC Partners, 14ª maior holding da publicidade mundial, que teve receita de US$ 1,4 bilhão em 2016, de acordo com dados do Advertising Age. A MDC é também sócia das agências CP+B, Forsman & Bodenfors, 72and- Sunny e Anomaly, entre outras. O movimento reforça os objetivos da Bullet de contemplar necessidades de clientes regionais e consolidar presença nas américas Latina e do Norte. “Essa é uma sociedade para fins específicos, sem troca de ações. Seremos sócios dos projetos em que compartilhamos know-how ou estrutura de execução. Os anunciantes buscam, para operar fora do país, agência com estrutura em todas as regiões de atuação, sem precisar buscar parceiros em cada localidade. É exatamente isso que conseguimos entregar com essa parceria, seja para clientes brasileiros na América Latina e Estados Unidos ou clientes americanos no Brasil e América Latina”, explica Fernando Figueiredo, sócio e CEO da Bullet. “O trabalho de ativação, promoções e eventos no mercado americano tem características específicas e, como lidamos diretamente com o consumidor, sabemos que é fundamental atuar sempre em conjunto com profissionais locais que conheçam essas peculiaridades”, fala Mentor Muniz Neto, também sócio e CCO da Bullet. A terceira sócia da agência é a CFO Adriana Ribeiro. Além da MDC Partners, são sócios da Team Enterprises os executivos Dan Gregory e Sean Fernando Figueiredo, da Bullet, entre os executivos Dan Gregory e Sean O’Toole, da Team Enterprises “Essa é uma sociedade para fins específicos, sem troca de ações. Seremos sócios dos projetos em que compartilhamos know-how ou estrutura de execução” Divulgação O’Toole. Além de Brasil e Estados Unidos, a parceria contempla Canadá e países da América Latina. A joint-venture terá papel preponderante para que a Bullet US represente, até o fim de 2018, cerca de 15% do faturamento do Bullet Group. “Para crescer, acreditamos principalmente em novos negócios. Seja com clientes novos, que não trabalhavam com a Bullet por não termos atuação fora, ou clientes atuais, que utilizavam outras estruturas descentralizadas”, diz Figueiredo. A Bullet já fez projetos para clientes no exterior, incluindo Knorr, Whirlpool e TAM. Entre os anunciantes que podem se beneficiar da presença nos Estados Unidos estão Google, Diageo, Azul Linhas Aéreas, Electrolux, Pepisco e P&G. Nos projetos em que atuarem juntas, Bullet US e Team Enterprises vão compartilhar funcionários e capacidades. Além de Fort Lauderdale, a agência norte-americana tem presença em Nova York e Toronto, mas atende toda América do Norte, com 400 profissionais. A Bullet tem escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro, além de representantes em outras 66 cidades brasileiras. “A parceria ocorre justamente para adquirirmos essa estrutura, que conta com todos profissionais da Team”, conta Figueiredo. As empresas já compartilham quatro clientes, que ainda não podem ser revelados. “Três são da Bullet e um, da Team”, diz o sócio. Questionado sobre a possibilidade de a joint-venture se transformar, futuramente, em uma aquisição ou fusão, Figueiredo afirma que é cedo para falar no assunto. “A intenção da parceria não é essa. O propósito é capacitar duas agências somando o know-how e área de atuação de cada uma”, afirma. 8 8 de janeiro de 2018 - jornal propmark

Agências Lew’Lara\TBWA inicia ano confiante e sem pressa de definir o novo CEO Empresa do Grupo Omnicom afirma que vive melhor momento da história e não tem urgência para substituir o executivo Marcio Oliveira KELLY DORES Marçal Neto/Divulgação A Lew’Lara\TBWA começa 2018 com uma boa novidade: foi avaliada como a melhor agência da Nissan no mundo. “Eles têm um prêmio interno e dão notas para todos os escritórios da TBWA que trabalham com a Nissan, que é nossa maior conta global”, diz Felipe Luchi, sócio e CCO. Depois de um fim de ano conturbado com a saída do CEO Marcio Oliveira, que ao apagar das luzes de 2017 foi anunciado como novo presidente da DM9, a agência, fundada em 1992 por Jacques Lewkowicz (que já deixou a operação) e Luiz Lara, chairman da TBWA Brasil, comemora os resultados do ano anterior e está otimista em relação a 2018. “A gente está muito feliz. Eu acredito muito que vai ser um ano bom. 2017 foi muito bom para a Lew’Lara e esperamos que em 2018 nosso desempenho seja de dois dígitos. Estamos participando de concorrências e a expectativa é de que tenhamos novas boas notícias em breve”, afirma Lara. De acordo com o executivo, também não existe pressa para definir o novo CEO e explica que as funções de Marcio Oliveira foram divididas entre os executivos do board. “Estamos absolutamente committed. Não temos pressa de substituir o Marcio. A gente não acha que existem soluções mágicas ou mirabolantes. Acreditamos na cultura da agência, nos talentos da casa e em gente. Nada contra trazer alguém de fora, mas não temos pressa. As funções dele já estão distribuídas entre eu, o Wilson Negrini, que é o diretor- -geral de atendimento, a Renata Serafim, que é VP de planejamento, o Luchi, e a Sheila, que é sócia e CFO”, declara Lara. Sobre uma informação que circulou no mercado de que ele deixaria a posição de chairman da TBWA, na qual é responsável Com a saída de Oliveira, permanecem como sócios brasileiros da TBWA Felipe Luchi, Sheila Wakswaser e Luiz Lara pelas operações da Lew’Lara, ID e Mood, o publicitário refuta: “Estamos superbem, não quero abandonar isso aqui. Estou feliz, continuo sócio do grupo e sou chairman das três agências. Vou ficar aqui para sempre? Pretendo”, diz. Lara afirma que as coisas mudaram muito na propaganda. “Talvez as pessoas não me vejam tanto quanto antes e começam a dizer coisas. Acabou a era do one man show na propaganda. Isso existiu nos anos 1980, mas não existe mais. Eu já ganhei conta, modéstia a parte, no gogó. Hoje ninguém mais faz isso. Hoje é a equipe, o time. Temos uma cultura de vários talentos e é isso que prevalece”. Luchi, que está na agência há dez anos entre idas e vindas, reforça que este é o melhor momento da história da Lew’Lara. “Esse melhor momento não é fruto do acaso. A gente trabalhou muito duro nos últimos “acredito muito que vai ser um ano bom. 2017 foi muito bom para a Lew’Lara e esperamos que em 2018 nosso desempenho seja de dois dígitos” anos para ganhar essa sintonia com os clientes que a gente tem hoje. 2017 foi o primeiro ano depois de quatro anos que a indústria automobilística voltou a crescer. Nesse período, a gente conseguiu fazer com que a Nissan fosse a única de três marcas que não perdesse share e, pelo contrário, crescesse. Ela saltou de 10º para 9º, com crescimento de 1,5%. Isso foi muito suado e veio da renovação que fizemos da estratégia digital da Nissan. Conseguimos realmente trazer transformação para o cliente”. Em 2017, a agência ganhou 43 prêmios, como Cannes e El Ojo. Fechou o último ranking do Kantar Ibope Media, de novembro de 2017, na 17ª posição, com faturamento bruto de mídia de R$ 1,4 bilhão. Além de Nissan, a Lew’Lara é dona de contas polpudas, como Gatorade, Cacau Show, Banco do Brasil, Coty, Porto Seguro, Sabesp, Sebrae e Friboi. jornal propmark - 8 de janeiro de 2018 9

edições anteriores

Receba nossa newsletter

CADASTRAR

© Copyright 2000-2017 propmark o jornal do mercado da comunicação. Todos os direitos reservados.