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edição de 8 de janeiro de 2018

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mercado Especialista em content marketing é mais desejado nos Estados Unidos C M Y CM MY CY CMY K Pesquisa indica que área é que vai contratar mais nos próximos meses; 25% dos executivos querem pessoas com esse conhecimento na equipe Jornal PropMark.pdf 1 16/10/2017 14:27:58 Peopleimages/iStock Independentemente da área, profissionais em busca de emprego precisam ter conhecimentos em digital e dados The Creative Group, empresa de recrutamento profissional, promoveu A pesquisa com cerca de 400 executivos de marketing e publicidade nos Estados Unidos e atestou que especialistas em content marketing são os mais desejados pelas empresas do mercado no momento. A área é aquela em que haverá mais contratações nos próximos meses, já que 25% dos entrevistados manifestaram desejo de agregar pessoas com esse conhecimento à equipe em 2018. Outras áreas com grande interesse são gestão de produtos/marca (23%) e marketing digital (22%). Também foram mencionadas pelos entrevistados da pesquisa especialidades como pesquisa de marketing (20%), redação publicitária (20%), social media (19%), experiência ao consumidor (18%), mídia interativa (18%), produção/design de impressos (17%), serviços de mídia (17%), relações públicas (14%), direção de arte (13%), atendimento (13%), web design (12%) e desenvolvimento mobile (10%). Independentemente da área de atuação, profissionais em busca de emprego precisarão ter conhecimentos sobre digital e dados. “No começo do ano, os orçamentos de marketing estão sendo aprovados e os times de criação e marketing estão contratando para as nova campanhas que vão guiar o crescimento do negócio das empresas. No momento, os gestores querem pessoas com especialidade em desenvolver e executar estratégias digitais. Posições como estrategista de conteúdo, gestão de marketing analytics e user experience têm grande demanda”, afirma Diane Domeyer, diretora-executiva da The Creative Group. “Outra prioridade clara é o uso de dados para entregar experiências personalizadas ao longo da jornada do consumidor. Encontrar pessoas nessa área é um desafio e há grande demanda”, conclui. A The Creative Group descobriu ainda que está crescendo o desafio de encontrar talentos criativos para atender às necessidades das empresas do setor de marketing e publicidade. Dos entrevistados, 53% reportaram dificuldade de contratar profissionais criativos, contra 45% que pensavam da mesma forma há seis meses. As áreas em que está mais difícil encontrar pessoas aptas nos Estados Unidos são web design, seguida por pesquisa de marketing, gestão de produto/ marca e marketing digital. 34 8 de janeiro de 2018 - jornal propmark

MERCADO da-kuk/iStock Crianças de todos os núcleos sociais estão expostas aos conteúdos disponíveis na internet; Unicef vê riscos e oportunidades Perigos da navegação digital pelo público infantil preocupam Unicef Pesquisa encomendada pela entidade mostra que não há controle dos conteúdos da internet e recomenda atenção dos governos e empresas Paulo Macedo Já é recorrente a preocupação com o acesso do público infantil a conteúdos exibidos nos canais de mídia, sejam de entretenimento ou de pulicidade. Por isso, a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) realizou o estudo comportamental The State of the World’s Children 2017: Children in a digital world, que aponta os perigos para a exposição de filmes, games e outros formatos na internet que podem ser acessados por crianças. Faz sentido: pelo menos um em cada três usuários da rede mundial de computadores é do universo infantil. E, segundo a instituição ligada à ONU, muito pouco é feito para protegê-las dos perigos do mundo digital e para aumentar seu acesso a conteúdos virtuais seguros, como detalha o relatório anual de alerta divulgado no último mês de dezembro em Nova York, nos Estados Unidos. O trabalho apresenta o primeiro olhar abrangente da Unicef sobre as diferentes maneiras pelas quais a tecnologia digital está afetando a vida das crian- ças, identificando os perigos, mas também as oportunidades. O relatório argumenta que os governos e o setor privado não acompanharam o ritmo dessa mudança, expondo as crianças a novos riscos, prejudicando e deixando para trás milhões de jovens em situação ainda mais desfavorável. “Para o melhor e o pior, a tecnologia digital é agora um fato irreversível de nossas vidas”, disse o diretor-executivo da Unicef, Anthony Lake. “Num mundo digital, nosso desafio duplo é como mitigar os danos, ao mesmo tempo em que se maximizam os benefícios da internet para cada criança. A internet foi projetada para adultos, mas é cada vez mais usada por crianças e jovens - e a tecnologia digital afeta cada vez mais suas vidas e seus futuros. Assim, as políticas, práticas e produtos digitais devem refletir melhor as necessidades das crianças, as perspectivas das crianças e as vozes das crianças”, ele acrescenta. O relatório explora os benefícios que a tecnologia digital pode oferecer às crianças mais “A internet foi projetada para adultos, mas é cada vez mais usada por crianças e jovens - e a tecnologia digital afeta cada vez mais suas vidas e seus futuros” desfavorecidas, inclusive as que crescem na pobreza ou são afetadas por emergências humanitárias. Isso inclui o aumento do acesso à informação, a construção de habilidades para o local de trabalho digital e dar-lhes plataforma para se conectar e comunicar seus pontos de vista. Mas o documento mostra que cerca de um terço da juventude mundial, equivalente a 346 milhões, não está online, o que reduz a capacidade das crianças de participar de uma economia cada vez mais digital. Mas a vulnerabilidade das crianças em riscos e danos, incluindo o uso indevido de suas informações privadas, o acesso a conteúdos prejudiciais e o acúmulo de ciberbullying, preocupa a Unicef. A presença onipresente de dispositivos móveis, segundo o relatório, fez o acesso online de muitas crianças ser menos supervisionado - e potencialmente mais perigoso. E as redes digitais, como a Dark Web e as criptografias, estão permitindo as piores formas de exploração e abuso, incluindo o tráfico e o abuso sexual infantil “feito sob encomenda”. A análise da Unicef apresenta dados e análises atuais sobre o uso online das crianças e o impacto da tecnologia digital sobre o bem-estar das crianças, explorando debates crescentes sobre o “vício” digital e o possível efeito do tempo de tela no desenvolvimento do cérebro. jornal propmark - 8 de janeiro de 2018 35

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