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edição de 4 de dezembro de 2017

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mercado Divulgação/Ramón Vasconcelos/Globo Divulgação Divulgação Mariana Sá, da Globo: novas métricas e tecnologia Borghi, da Muellen Lowe, observa mais democracia Suellen Mendes, do UOL: maior exposição publicitária paganda disfarçada de entretenimento, de conteúdo; uma propaganda não explícita. Um co-working. Uma propaganda que abrace as causas sociais, as diferenças, que vão contra qualquer tipo de preconceito”, ele destaca. “O consumidor quer fazer parte da história: ele não está interessado apenas em receber a mensagem. Ele quer dialogar. Quer interferir. Quanto mais a propaganda levar isso em consideração, maiores as chances de ela ser bem-sucedida. A boa propaganda nunca teve cara de propaganda. Mesmo se pegarmos os formatos mais clássicos da publicidade, como o velho e bom filme de 30 segundos, vamos entender que os melhores exemplos, os mais memoráveis, são aqueles que se parecem mais com entretenimento e menos com propaganda. São aqueles que contam uma história, que encantam, em vez de simplesmente vender os atributos de um produto”, acrescenta Renato Simões, também ECD da W+K. Formato Responsável por trabalhos como Nivea Doll, Joanna Monteiro, CCO da FCB, acredita que a propaganda tem de estar onde o consumidor estiver. “Não apenas no sofá em frente à TV ou ouvindo rádio”, ela resume. Joanna acrescenta: “A propaganda tem sim cara: de boa propaganda. Para mim, propaganda morna, que ganha só na frequência, vai acabar morrendo. A boa propaganda sempre contou boas histórias, entreteve, virou assunto. E, “as pessOas têm O pOder de escOlher O que elas querem cOnsumir. quandO cOnsumir. e cOmO cOnsumir. e, nesse cenáriO, a prOpaganda deixa de ser uma escOlha” o melhor, hoje não tem mais formato. Pode ser série, pode ser filme, pode ser documentário, pode ser produto, pode ser uma experiência, pode ser game e pode ser um aplicativo. Cada vez mais, teremos de escrever bem e ter uma direção de arte nova, fresca, artística. A propaganda precisa voltar a ter excelência criativa. Mais do que nunca, precisa de grandes redatores e grandes diretores de arte”. Gustavo Schmidt, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, coloca que o grande desafio da comunicação é construir uma mensagem capaz de entregar atitude da marca, posicionamento e suas qualidades. “E em uma linguagem que faça sentido para o consumidor. Hoje, com o advento das multiplataformas, trabalhamos num universo em que o consumidor está sendo impactado por diversos canais e marcas, a todo o momento. O design dessa nova propaganda é aquele que consegue adequar a mensagem a novos formatos, nas diversas plataformas, que gere relevância em cada um deles. O objetivo é imprimir a mesma mensagem em cada um deles, respeitando os diversos perfis de consumo. Alguns formatos ainda têm cara de propaganda, pois os anúncios estão posicionados em espaços específicos a eles. Mas quando há oportunidade de criar novos formatos em outros canais, conseguimos produzir conteúdos que não têm a cara de propaganda tradicional, mas acabam entregando a mensagem da marca também de maneira efetiva”, explica Schmidt. O executivo da Volkswagen prossegue: “Sempre precisamos ter mais criatividade do que ontem e amanhã precisaremos ter ainda mais, principalmente por verificarmos a cada dia uma maior variedade de públicos e de interesses. Todos os dias surgem novidades que chamam a atenção dos consumidores e precisamos acompanhar essas tendências e verificar a melhor forma de nos destacar nesses novos contextos”, pondera Schmidt. Cliente da AlmapBBDO e da The Group Comunicação, a Volkswagen tem buscado novas linguagens e formatos. “Realizamos no ano passado o Virtual experience, uma experimentação diferente, com uma tecnologia nova, dos óculos 3D, em que criamos uma situação sem cara de propaganda. O público era convidado a ter uma experiência em 360 graus numa concessionária e também pôde realizar uma volta rápida ao lado de Rubens Barrichello sem sair de casa, com os óculos de realidade virtual. Levamos essas tecnologias também para o Salão do Automóvel, no fim do ano passado, em que milhares de pessoas puderam conhecer diversas tecnologias dos carros da Volkswagen por meio da realidade virtual. Mais recentemente, lançamos a websérie 01.09, que chamou a atenção do público, que não prestaria atenção em anúncio tradicional na TV ou na revista. A websérie foi sucesso de público. Seus capítulos somaram mais de 23 milhões de visualizações e tiveram um alcance de 72,6 milhões de pessoas”, relata Schmidt. A propaganda não pode ter cara de chata. Essa é definição de Mariana Sá, diretora de propaganda da Rede Globo. “Propaganda sempre terá cara de propaganda. Acho importante essa transparência e, mais do que nunca, essa sinceridade. Todos os momentos exigem criatividade. Sempre surgiram e sempre surgirão novas mídias, novos hábitos e novos formatos. Já houve um tempo em que só existia poster, rádio... Hoje temos múltiplas plataformas. Então, naturalmente, o trabalho de integrar todas elas aumenta. Além do que, temos ainda novas métricas, novas tecnologias, e tudo isso muda a velocidade e a dinâmica da publicidade. Mas criatividade sempre será a alma da propaganda, só que cada vez com mais possibilidades”, finaliza Mariana. 18 4 de dezembro de 2017 - jornal propmark

MerCado Credibilidade impulsiona impresso Pesquisa realizada em dez países coloca o Brasil no 3º lugar do ranking de leitura Mima88/iStock Ler livro no papel é relevante para 78% dos entrevistados Paulo Macedo Fatores como segurança e credibilidade impulsionam a preferência dos consumidores pela leitura através de mecanismos impressos em meio à revolução digital que sem dúvida agregou novos hábitos à forma de acessar informação e conteúdo. A conclusão é de uma pesquisa realizada em 10 países pelo instituto Toluna, por encomenda da Two Sides, organização sem fins lucrativos criada pela indústria da comunicação impressa. Estudo teve amostra de 10,7 mil pessoas, das quais 1.040 no Brasil. No recorte brasileiro, a leitura no digital só é superior nos jornais com 54%, contra 46% nos impressos. Segundo análise da pesquisa, pode-se supor que a principal razão dessa preferência seja a atualização instantânea das notícias no digital, ao passo que o jornal impresso traz as informações do dia anterior. No caso das revistas, porém, 61% estão decididos a fazer uso da versão gráfica. “Como têm um ciclo de vida mais longo, nesse caso as notícias podem ser mais detalhadas; os leitores podem retomar a mesma edição em dias diferentes”, aponta o estudo. A experiência de ler um livro manuseando o papel é relevante para 78% dos entrevistados. Faz sentido: as livrarias tradicionais permanecem com fôlego que perturba os que previam sua decadência. Pelo visto, não deu certo. Apesar do e-book ser uma alternativa e conveniência para os aficionados, ele ainda é minoritário. A Amazon, que desenvolveu o leitor eletrônico Kindle, concentra a maior parte do seu faturamento anual com a venda de livros físicos. Fabio Crimano, country manager da empresa no Brasil, afirma que esse comportamento reflete a confiabilidade que os impressos transferem para os leitores. O Brasil é 3º colocado no ranking de leitura impressa. jornal propmark - 4 de dezembro de 2017 19 Job: 42433 -- Empresa: Tech and Soul -- Arquivo: 42433 - Tech Anuncio TS Propmark 28-Nov - 145x314cm_pag001.pdf Registro: 190414 -- Data: 15:56:53 30/11/2017

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