Views
1 year ago

edição de 31 de julho de 2017

  • Text
  • Marketing
  • Mercado
  • Brasil
  • Marca
  • Marcas
  • Propmark
  • Julho
  • Jornal
  • Anos
  • Paulo

curtas Fotos:

curtas Fotos: Divulgação A dupla Os Gêmeos abriu as portas de seu galpão, em São Paulo, para uma ação b2b da Samsung produzida pela BFerraz. Os convidados da marca foram expostos ao Galaxy Tab S3, novo tablet da marca. Os artistas plásticos provaram que é possível aliar arte à tecnologia e contaram sua experiência com o device. Na foto, da esquerda para à direita: Gustavo Pandolfo, Demetrius Oliveira, diretor da área de tablets e de Samsung Stores, e Otávio Pandolfo. O cartão Elo, que une Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, fez ação de comunicação no tradicional painel de OOH situado na Times Square, em Nova York. O ápice será nesta segunda-feira (31). Os seguidores do seu perfil no Instagram postaram fotos usando a hashtag EloemNY. O anunciante vai exibir 150 fotos postadas. A campanha Sua foto na Times Square, a primeira de uma marca brasileira nesse canal, foi criada pela LOV. A Black Maria, produtora de Afonso Poyart (foto), diretor de 2 Coelhos, Solace e do recém-lançado Mais forte que o mundo, agora vai se chamar Black Filmes. A mudança é parte estratégica de uma parceria que une a produtora à distribuidora Paris Filmes “numa espécie de first look deal”, afirma Afonso. A ideia é que a parceria da Black com a Paris una a expertise da maior distribuidora independente do país a um slate de filmes diferenciados, com assinatura própria da produtora, oferecendo ao mercado audiovisual títulos únicos com supervisão de desenvolvimento de Poyart. “Acredito que esta união será muito importante para continuar projetando comercialmente filmes e séries de gêneros e temas ainda poucos explorados no cinema e na TV nacional, mas que têm enorme potencial de encontrar o grande público”, comenta Afonso. Lô Politi, diretora do longa Jonas, fundadora da Maria Bonita Filmes e ex Movieart, chega como reforço para a equipe da Black para filmes publicitários. A Propeg anuncia a chegada da executiva Fátima Rendeiro para a posição de diretora nacional de mídia. Ela vai atuar na sede do Rio da agência, de onde comandará os departamentos das unidades de Salvador, Brasília, São Paulo e Fortaleza. Fátima retorna à Propeg depois de três anos como diretora-geral de mídia e conexões na NBS. Ela vai aliar a nova função com as atividades do Grupo de Mídia do Rio de Janeiro, do qual é presidente. A Mastercard tem nova liderança para o marketing e comunicação no Brasil e Cone Sul. É Sarah Buchwitz, que assume cinco meses após a saída de Beatriz Galloni. 50 31 de julho de 2017 - jornal propmark

ESPECIAL LIVE MARKETING Crise gera novas oportunidades, mas mercado precisa de ousadia Pesquisa da Ampro mostra que segmento foi o menos afetado nos orçamentos dos anunciantes, com incremento de 41% dos budgets Paulo Macedo Ainda tem espaço para o mercado de live marketing registrar expansão. Segundo pesquisa realizada pela Ampro (Associação de Marketing Promocional), mais de 75% da campanhas dessa disciplina são implementadas na região Sudeste, com uma concentração de 60% em São Paulo. O estudo, que ouviu 156 empresas do setor, mostra que em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul apenas 2,6% dos orçamentos dos anunciantes se destinam às ações promocionais. Com 6,4% do share, Rio de Janeiro e Espírito Santo ocupam a segunda colocação no destino de budgets para o live marketing, setor que tem maior aderência nos mercados de alimentos e bebidas, vestuário, construção civil, automotivo e auto peças, educação, saúde, telecomunicações e agricultura, por exemplo. Com as Olimpíadas do Rio de Janeiro e o Salão do Automóvel, o ano de 2016 gerou um faturamento de R$ 43,9 bilhões para o segmento. De acordo com Célio Ashcar Jr, chairman da Ampro, a perspectiva é que esse volume seja mantido neste ano, mas não está descartada a hipótese de elevação de negócios. As ações de menor porte ganharam musculatura e ampliaram a rotina das agências especializadas. “O problema do Brasil é sério e sem prazo para ser solucionado. O live marketing está enxergando oportunidades neste período de crise. As marcas precisam vender mais e, para vender mais, precisam falar diretamente com os consumidores. O live marketing está presente em todos os momentos das pessoas: celular, PDV, ruas, computadores etc. Criamos experiências customizadas por público e canal, além de conhecer o pulso, o desejo e o apetite de compra. Os Célio Ashcar Junior, à esquerda, e Wilson Ferreira Junior, respectivamente chairmam e presidente da Ampro “O live marketing está enxergandO OpOrtunidades na crise. as marcas precisam vender mais e, para vender mais, precisam falar diretamente cOm Os cOnsumidOres” anunciantes estão cada vez mais usando o live marketing porque sabem que as ferramentas utilizadas estabelecem experiências off e online de contato com o target desejado, pois essa disciplina interage com equipes de vendas, varejistas, clientes, atacadistas e toda a cadeia de negócios”, enfatiza Ashcar Jr. Wilson Ferreira Junior, presidente da Ampro, observa que o live marketing está se descolando do cenário político e focando na gestão interna, como trabalhar com estruturas mais enxutas. “A tendência é a valorização da experiência. E o live marketing é isso. Ele entrega o que os clientes anseiam oferecer aos consumidores: experiências ao vivo que tangibilizam a personalidade das marcas. Ações sem dispersão, quentes, memoráveis. As empresas entenderam isso e o seu valor estratégico. E o poder que ações de consumer experience bem Divulgação planejadas e executadas tem de transformar as relações entre marcas e consumidores. O que me diz de o Rock in Rio vender todos os ingressos em prazo recorde? Centenas de milhares de pessoas pagando caro por ingressos para um festival repleto de marcas que se apresentam com ativações ambiciosas”, argumenta o executivo. Na avaliação de Fernando Figueiredo, sócio e CEO da Bullet, o mercado precisa investir na coragem. “Observando o que está ocorrendo fora do país, percebo que o mercado brasileiro de live marketing é criativo o suficiente, mas pouco corajoso na hora de executar. Falta estômago para realizar coisas inovadoras. Agências e clientes dão um passo atrás na hora de fazer algo realmente diferente. O mercado brasileiro precisa arriscar mais para descobrir o que tem do outro lado do medo de fazer isso”, ele finaliza. jornal propmark - 31 de julho de 2017 51

edições anteriores

Receba nossa newsletter

CADASTRAR

© Copyright 2000-2017 propmark o jornal do mercado da comunicação. Todos os direitos reservados.