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edição de 30 de janeiro de 2017

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Marcas & Produtos Neusa

Marcas & Produtos Neusa Spaulucci nspaulucci@propmark.com.br brinde A Engenho Dom Tápparo, em parceria com Leonardo e Eduardo Costa, lançou a Cachaça Cabaré, mesmo nome do show da turnê dos cantores. Segundo a empresa, a bebida é envelhecida 15 anos em tonéis de carvalho europeu e envasada em garrafa de design francês, bem ao estilo do espetáculo que percorreu o país. O preço médio do kit, que acompanha dois cálices, é de R$ 300. Só a garrafa custa R$ 220. Sob duaS rodaS A Ducati do Brasil colocou no mercado semana passada o seu novo modelo 1299 Superleggera. Estão à venda somente três unidades no país. A moto custa R$ 550 mil. Para este ano, a família Monster chegará renovada. Serão apresentados, por exemplo, os modelos 1200 e o inédito 797. Além da 1299, também chegam ao mercado a Multistrada 950 e a Ducati SuperSport. A Scrambler tem dois novos modelos, que ampliam a gama da marca Ducati: a Cafe Racer e a Desert Sled. gol! O FOX Sports Brasil formalizou semana passada parceria com o SporTV para a transmissão da Copa do Brasil até 2021. O objetivo do acordo, válido para todas as plataformas, é ampliar o compartilhamento dos jogos e cada canal tem os direitos de exibir até 50% das partidas ao vivo, com exclusividade, inclusive a semifinal da competição. Para Eduardo Zebini, executivo do FOX Sports Brasil, o acordo ressalta o crescimento e importância da emissora no país. “O aumento da parceria da Copa do Brasil vem coroar o ótimo momento que o FOX Sports vive”. deSafio A Ceratti criou ação para o aniversário de São Paulo, que comemorou 463 anos na última quarta-feira (25), que se estende por um mês. A empresa convidou a tradicional 1900 Pizzeria e o pastifício Don Carlini Pasta & Co. a criarem produtos à base de mortadela: uma pizza e uma massa, respectivamente. A marca também fez ação no Mercado Municipal, um dos ícones de capital paulista, que envolveu os visitantes do local. A ideia girou em torno da criação de diferentes sanduíches de mortadela, que foram “julgados” por especialistas no dia do aniversário da cidade. 44 30 de janeiro de 2017 - jornal propmark

mídiA Paywall integra plano da Abril para monetizar conteúdos no digital Projeto multiplataforma terá início com as revistas Quatro Rodas e Superinteressante; grupo também vai dobrar a produção dedeos Paulo Macedo Com experiência de 12 anos na área digital do New York Times e de ter implantado a versão online do espanhol El Pais no mercado brasileiro, em 2013, a executiva Isabel Amorim está assumindo a diretoria de mercado da Abril, que inclui vendas de publicidade, com planos de ampliar as fontes de receitas das 29 marcas que integram o portfólio do grupo editorial e ir além dos formatos tradicionais. Ela quer usar a base de 69 milhões de usuários únicos nas plataformas digitais e passar a cobrar pelos conteúdos que ali estão disponibilizados. O acesso gratuito será delimitado em até 15 conteúdos. É o modelo conhecido como paywall, mas de forma flexível. A ideia sai do papel a partir de fevereiro com as marcas Quatro Rodas e Superinteressante, ou apenas uma delas. Segundo Isabel, essa é apenas uma das formas de monetização da audiência com o propósito de reforçar as receitas do grupo, que ainda são muito baseadas em publicidade e circulação. Sua ideia é elevar as receitas com eventos, cursos, aplicativos, newsletters, seminários, produção de branded content, integração de marcas com serviços e até venda direta de produtos aos consumidores. A Abril também está lançando seu estúdio, sob a direção de André Weissmann, com o ideal de dobrar de 358 para mais de 700 vídeos produzidos por ano. Com a implantação do estúdio, as revistas terão cenários próprios e os anunciantes poderão “ter vantagens além do pre-roll”. Além de programas e entrevistas, a ideia inclui a produção de webséries. Isabel chegou à Abril no início do segundo semestre A executiva Isabel Amorim assumiu a diretoria de mercado da Abril Mídia de 2016 para o desenvolvimento de produtos estratégicos. Mas a publisher Alecssandra Zapparoli resolveu ampliar as suas atribuições. “O calhau digital na Abril era de 40% e está em apenas 4%”, enumera Isabel, que conta com a consultoria Piano no planejamento do seu projeto, inclusive os testes com ad blockers. Pela métrica flexível, 4% da amostra disse que desligaria os bloqueadores. Mas com o critério de desligamen- Divulgação to automático caso fossem mantidos os instrumentros de bloqueio, 40% dos usuários se dispuseram a desligá-los para não terem o abastecimento de notícias interrompido. “A média global, segundo a Piano, é de 25%. O custo por mil tem de aumentar e a cessão de mídia programática também amplia o CPM”, ela afirma. Além do pay wall, Isabel planeja combinar projetos (cross link) com os títulos da Abril. “Por que não realizar um evento com Exame e Saúde? A cobertura vai ter a pertinência de cada um dos veículos. Com Veja e Exame realizamos, no último dia 17, o fórum Revolução do novo, com patrocínio da Coca-Cola e gestão de conteúdos dos editores André Lahoz (Exame) e André Petry (Veja). Evento é conteúdo e gera novas receitas. Temos trabalhado em parceria com as agências e seus clientes para desenvolvermos projetos sob medida para cada necessidade. Nesse caso, o leque de possibilidades cresce. Investir no digital não significa abdicar do papel. Pelo contrário. Veja tem 1 milhão de assinantes que são leitores dedicados, ou heavy users, da marca. Recentemente, nós vendemos um projeto para o cartão Visa que incluiu publicidade, a plataforma Go-Box e branded content”, disse Isabel, que também está trabalhando em uma nova versão do aplicativo de Exame. A monetização das newletters, emails encaminhados com um resumo das principais notícias de algumas publicações, está agendada para o primeiro trimestre de 2017. “É preciso cobrar. Geramos conteúdos relevantes, mas, para manter a qualidade, a entrega não pode ser gratuita. Estamos estudando a unificação das redações das versões impressas e digital. O olhar tem de ser para a marca e, com coordenação única, o ganho é maior”. Também está na pauta a integração das marcas da Abril para o ambiente mobile pelo publicador Word Press. “O cenário não é dos melhores. A solução é buscar inovação para manter e gerar novas receitas. A Abril vem investindo em clube de assinantes e outras áreas seguindo uma tendência global, que é ampliar as possibilidades comerciais para as nossas marcas”, finaliza. jornal propmark - 30 de janeiro de 2017 45

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