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edição de 3 de julho de 2017

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cannes Alê Oliveira

cannes Alê Oliveira Martin Sorrell: “Reconheço a importância do evento, mas ele cresceu demais, ficou caro demais, frenético demais” Profissionais do mercado acreditam que festival precisa se reinventar Polêmica surgiu a partir de declaração do CEO do Grupo WPP, Martin Sorrell; para ele, chegou a hora de a organização repensar a competição Claudia Penteado ouston we have a pro- Com essa clás- “Hblem!”. sica frase do cinema, o CEO do maior grupo de comunicação do mundo, o WPP, Martin Sorrell, alertou os presentes à 64ª edição do Cannes Lions que chegou a hora de repensar o maior festival de criatividade do mundo, o Cannes Lions. “Toda a indústria está passando por mudanças tecnológicas e estruturais, e o Cannes Lions não pode ser diferente. Reconheço a importância do evento, mas ele cresceu demais, ficou caro demais, frenético demais”, disse Sorrell, ao comen- tar a decisão do Grupo Publicis de economizar dinheiro de inscrições em festivais no ano que vem (inclusive Cannes) para investir numa ferramenta movida a inteligência artificial e se tornar mais competitiva globalmente. Independentemente do que levou o Grupo Publicis a anunciar sua ausência em premiações durante 12 meses, a decisão abriu a “caixa de pandora” em plena competição e dominou boa parte das conversas, entre um vinho rosé e outro. Depois de divulgados tanto a decisão da Publicis, quanto o comentário de Sorrell sobre a necessidade de repensar o “Toda a indúsTria esTá passando por mudanças Tecnológicas e esTruTurais” faustoso Cannes, a organização do festival anunciou a criação de um comitê para discutir o futuro. Que, segundo José Papa Neto, novo diretor-geral do Cannes Lions, será formado “no futuro próximo”. O fato é que, embora tenha incorporado inúmeras disciplinas e passado a atrair empresas de muitas áreas para além da propaganda, as principais “clientes” do Cannes Lions continuam sendo mesmo as agências de publicidade, que dominam tanto inscrições quanto premiações. E é justamente para elas que se apresentam hoje os maiores desafios, a reboque da evolu- 8 3 de julho de 2017 - jornal propmark

Colocar inovação na rua é sempre bom. Nas ruas de Cannes então, melhor ainda. Speed-o-Track da Arteris, Leão de Bronze em Cannes. Mario D’Andrea, presidente do júri de rádio em Cannes. Este foi um ano especial para a Dentsu em Cannes. Novamente seus projetos inovadores fizeram brilhar os olhos de quem foi ao festival. Destaque para o Open Road Project, desenvolvido em conjunto pela Dentsu Tóquio e a Toyota, que traz um novo modelo de mobilidade urbana. Já o app Speed-o-Track, da Dentsu Brasil e da Arteris, além de levar um Leão de Bronze, chamou a atenção dos jornalistas de todo o mundo. Viu só como inovação pode levar a gente mais longe? Que o diga o presidente do júri de rádio, que saiu da Mooca e foi parar no palco de Cannes. Quando o assunto for ideias inovadoras para a construção de marcas e negócios, faça como muita gente: fale com a Dentsu. Open Road Project, criado em conjunto pela Dentsu Tóquio e a Toyota. Brasil (55 11) 3528-5333 /DentsuBrasil www.dentsubrasilcases.com Good Innovation

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