Views
2 months ago

edição de 29 de fevereiro de 2016

  • Text
  • Jornal
  • Marcas
  • Brasil
  • Propmark
  • Fevereiro
  • Mercado
  • Paulo
  • Anos
  • Marketing
  • Diretor

CoLunisTAs são PAuLo

CoLunisTAs são PAuLo Copresidente da Leo Burnett Tailor Made é eleito Publicitário do Ano Trabalho de criação da agência tem a liderança de Marcelo Reis Nos últimos quatro anos, os trabalhos criados pela Leo Burnett Tailor Made conquistaram mais de 110 prêmios nas principais competições globais de publicidade, volume que confere peso à pontuação da agência no índice Gunn Report, além de ter destaque interno na rede que integra o Publicis Communications. A área de criação da agência é liderada por Marcelo Reis, que foi promovido a copresidente da operação após a indicação de Paulo Giovanni para a posição de chairman e de CEO das agências que integram o Publicis Worldwude no Brasil. Ele divide o cargo com Marcio Toscani, com a responsabilidade de produzir a comunicação de anunciantes como Samsung, Fiat, Grupo Camil, Coqueiro, Vono, Brasil Kirin, Pirelli, Philip Morris, Carrefour (em concorrência) e, por exemplo, Jeep, que desde o ano passado tem exigido da agência trabalho de imagem para a sua presença no Brasil. Entre a inauguração da fábrica em Pernambuco, que revitalizou a marca e destacou uma nova fase no país, e o lançamento do Jeep Renegade, o primeiro fabricado no Brasil, tem sido criada uma sequência de produções para celebrar a relação cada vez mais próxima com o consumidor, através da assinatura: Jeep Make History, exclusiva para o Brasil. Eleito Publicitário do Ano na regional de São Paulo do Colunistas 2015, Reis acredita que “a criatividade é parceira do business”. Ele acrescenta: “Caso contrário, não é produtiva. Não faz sentido fazer Reis: “O cliente quer resultado, inclusive na ‘porralouquice’ que pode ser compartilhada. Cliente não admite ‘bundamolice’” um filme que é questionado pelo Conar e precisa ser refeito. Com o dinheiro do cliente. Ou da agência. Um comercial precisa ser diferente, eficiente, novo, foda, que exija um investimento menor do anunciante porque se der certo não vai ficar com medo de investir em outras ações. Quem não procura o novo, envelhece. Inovação e evolução são recorrentes nas ações da Leroy Merlin. Em 2015, a empresa buscou inspiração nas artes plásticas para uma bem-sucedida campanha de marketing criada pela LDC, que lhe garantiu o prêmio de Anunciante do Ano do Colunistas São Paulo 2015. A ideia da ação A Leroy Merlin é assim. A Leroy Merlin tem tudo para mim! foi associar ícones da arte ao desejo das pessoas de mudar e melhorar suas casas. Foram 14 obras (fotos) concebidas por artistas intervencionistas urbanos, sob a curadoria de Eduardo Srur. As interpreta- Divulgação A LBTM é uma agência que aposta em inovação. Nossa carteira de negócios tem essa perspectiva. Caso contrário, os clientes vão optar por outros fornecedores. Eles estão conosco porque sabem que o perfil é de inovação. E essa pegada de não ser uma agência qualquer não está apenas na criação. Está na mídia, no planejamento, no atendimento, na produção, na entrega”. “Não significa que vamos acertar tudo. O importante é empregar em todas as disciplinas o volume mais elevado de criatividade possível. O cliente quer resultado, inclusive na ‘porralouquice’ que pode ser compartilhada. Cliente não admite ‘bundamolice’”, diz Reis. 30 29 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

Profissional de Propaganda é VP de criação da J.Walter Thompson Ricardo John é destaque da sua geração e vai presidir júri do Outdoor Lions Profissional de Propaganda de 2015 está há quatro O anos no comando da divisão de criação da J.Walter Thompson. E para ele “é uma grande responsabilidade” atuar em uma agência de 150 anos, dos quais 85 no Brasil. O desempenho criativo nesse período lhe garantiu lugar entre os presidentes de júri do Cannes Lions 2016, na área Outdoor. No ano passado, representou o país no Health Lions. Esse pedigree, na sua expressão, exige uma produção sem ‘bulshitagem’, pertinência para o desenvolvimento de campanhas para “big brands” como Coca-Cola, Johnson & Johnson, Nestlé e Tramontina, contas da agência e a realização de tubos de ensaio de verdade, como o case Coke Thirst para a Coca-Cola/ Dolby. Ou ações como Tá no mapa, que descreve as favelas John: “A essência antropológica da criatividade é resolver e não criar problemas, senão é factoide” do Rio de Janeiro, com apoio do MapLink e do Google. Para fomentar esse perfil de trabalho, John montou o que chama de equipe “pluricultural”. Ele destaca a versatilidade dos profissionais de criação do país, que garantem diferenciação e rapidez na entrega, frescor de ideias, poder de síntese e, principalmente, Divulgação habilidade multicanal. “Mas, precisamos evoluir em roteiros para filmes. Os festivais comprovam que não temos storytellings capazes de disputar prêmios”, diz ele, que acrescenta: “A essência antropológica da criatividade é simplesmente resolver e não criar problemas, senão é factoide”. John crê que é preciso ções dos desejos cotidianos das pessoas se transformaram em instalações expostas em suas lojas. Para unificar o discurso visual e dar vida às peças no filme institucional, a líder no segmento do varejo de materiais de construção trouxe ao Brasil o celebrado diretor de fotografia norte- -americano Robert Yeoman, que tem em seu currículo filmes como O Grande Hotel Budapeste (indicado ao Oscar 2015 e ganhador do Globo de Ouro) para trabalhar no filme institucional e nos comerciais criados pela LDC. A produção foi da Conspiração Filmes Divulgação uma reeducação dos diretores de marketing. “O cliente seguro pode até não entender de propaganda, mas sabe onde quer chegar e confia que a agência como um todo e o produto criativo dela vão levá-lo a esse destino. Então, não precisa se cercar de perguntas, refrações, coisinhas pequenas, pesquisas etc. O cliente inseguro é o pior cenário possível porque se cerca, principalmente, de pesquisas e acaba castrando o processo criativo”, argumenta John. A combinação entre criatividade e plasticidade, segundo John, “deve estar a serviço de uma execução eficaz. Se o publicitário tiver a pretensão de ser apenas plástico, boa sorte, mas vai ser artista. O cenário ideal é juntar todas as capacidades de qualidade e usar a serviço de uma solução que uma marca está precisando, seja em craft, direção de arte, redação etc”. Ele acrescenta: “A essência antropológica da criatividade é simplesmente resolver e não criar problemas, senão é factoide”. jornal propmark - 29 de fevereiro de 2016 31

PROPMARK

Receba nossa newsletter

CADASTRAR

© Copyright 2000-2017 propmark o jornal do mercado da comunicação. Todos os direitos reservados.