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edição de 29 de fevereiro de 2016

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mídia Projeto do Google

mídia Projeto do Google insere marcas no clima dos Jogos Olímpicos Empresa cria plataforma de entretenimento e serviços relacionados aos esportes Plataforma apresenta dois personagens criados especialmente para engajar internautas: Zé e Júlia, que protagonizam os games Rafael Vazquez Em ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Brasil, mais do que nunca as marcas estão dispostas a associar suas imagens com os esportes. Até mesmo os patrocinadores e apoiadores oficiais dos eventos, que poderão programar diversas ações, buscam novas alternativas para alcançar o maior público possível, inclusive as pessoas que não assistirão às disputas pessoalmente, mas que estarão respirando o clima esportivo proporcionado pela força das Olímpiadas. Com esta estratégia de estar presente entre os brasileiros mais além do espaço físico onde as competições serão realizadas, o Google desenvolveu o projeto O Brasil Inteiro Joga, em parceria com Claro e Nissan, patrocinadores oficiais do Rio 2016, Skol, apoiadora oficial das Olímpiadas, e Visa, patrocinador olímpico mundial. Trata-se de uma plataforma que reúne games virtuais de esportes, vídeos de YouTubers famosos sobre o tema e mapas em tempo real da cidade do Rio de Janeiro, epicentro das competições. Criado pelo The Zoo, departamento criativo do Google voltado para projetos comerciais em parceria com anunciantes, a plataforma O Brasil Inteiro Joga pretende mobilizar a internet em torno dos jogos e colocar as marcas em maior evidência. Um dos pilares da ideia consiste em ví- deos veiculados em canais de grande audiência no YouTube, que abordarão as Olimpíadas com linguagens próprias para públicos diferentes dos espectadores que assistirão ao vivo ou quem acompanhará pela televisão. O canal científico Manual do Mundo, por exemplo, ensinará a fazer apitos de latinha e minigol de PVC. Já a blogueira de beleza Niina Secrets ensinará a fazer penteados que caem bem para praticar esportes. Além disso, outra aposta do projeto é o lançamento de games virtuais inspirados nas 42 modalidades esportivas das Olímpiadas, entre elas futebol, arco e fecha (tiro com arco), corrida e badminton. Os jogos virtuais poderão ser utilizados pelas marcas para distribuir anúncios em formato de game. Ao clicar em um banner, o usuário poderá jogar sem precisar sair da página em que estava. “Fora a transmissão pela TV em tempo real, um evento como esse também tem uma repercussão muito grande pela internet. Foi daí que surgiu a ideia de criarmos algo para trabalhar com as marcas durante esse período”, explica Maria Fernanda Ceravolo, diretora-criativa do The Zoo. “As marcas geralmente compram patrocínios de grandes eventos e acabam tendo poucas oportunidades de engajar a audiência desde antes. Lançamos o projeto com bastante antecedência justamente para que elas já possam começar a se comunicar com a audiência”, acrescenta. Para o diretor de marketing da Nissan no Brasil, Arnaud Charpentier, o motivo de a empresa ter aceitado entrar no projeto é a chance de levar o clima esportivo e ativar a marca para muito mais gente pela internet. “Temos a oportunidade de buscar novas maneiras de falar com o público. Com o alcance que tem, o Google é a ferramenta perfeita para entregar os jogos para todos os brasileiros. Queremos realmente levar a empolgação para o Brasil inteiro”, diz. "Fora a transmissão pela tV em tempo real, o eVento também repercute muito pela internet" 16 29 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

Buscador promove mudanças na página de resultados e anúncio pode ficar mais caro Divulgação Além dos games, que terão a temática das 42 modalidades esportivas dos jogos, os YouTubers famosos criam vídeos que esquentam a audiência para o evento MaRiana ziRondi Até o último dia 22, ao fazer uma pesquisa no Google via desktop e tablet, o usuário encontrava a seguinte situação: três anúncios pagos antes da lista de busca orgânica do lado esquerdo, e outros anúncios pagos do lado direito. O buscador, no entanto, promoveu mudanças no seu SERP (Search Engine Results Page), padronizando o formato dos resultados em desktops e tablets com o formato exibido nos dispositivos móveis. Desta forma, agora, quatro anúncios pagos são exibidos em uma única lista do lado esquerdo, antes dos resultados de busca orgânica. Se, por um lado, o usuário ganha uma busca mais intuitiva e parecida com o device, por outro os anunciantes precisam readaptar suas verbas para o novo formato, explica Gustavo Macedo, diretor de BI e SEO da iProspect, marca de performance da Dentsu Aegis Network. Macedo explica que o Google acredita que vai dar aos anunciantes uma taxa de conversão maior, mas ele avalia que o custo por clique de quem compra o espaço vai aumentar para determinar qual dos quatro links patrocinados ficará no topo. Os maiores prejudicados são os anunciantes menores, que não terão verbas para disputar espaço com os grandes. “Para as agências, os serviços ofertados precisam ser mais funcionais e o trabalho de SEO terá de cobrir o alto custo da compra de palavra- -chave. Afinal, apenas o primeiro resultado orgânico vai aparecer na primeira dobra da página, reduzindo o espaço de destaque”, analisa Macedo. Para o usuário final, a busca pode ser desestimulada, pois os resultados realmente relevantes vão ficar na parte de baixo da tela. O uso de adblocks para desktops também pode aumentar. “A relevância do Google na vida do usuário pode começar a ser questionada, porque ele vai ter dificuldade em encontrar os resultados orgânicos”. O que não muda, explica Macedo, são os anúncios do Google Shopping e o Knowledge Graph, que continuam localizados na parte direita. Para o buscador, explica o CEO, o negócio fica mais rentável, revertendo a perda de receita com desktop quando os usuários migram para o mobile. O Google foi procurado pelo PROPMARK, mas não se pronunciou. “Pode existir um movimento ainda mais forte para a mídia programática, pois são bem assertivas e diretas. O Facebook é uma opção altamente segmentada e dá uma grande abrangência ao anúncio. Vale, a partir de agora, observar os resultados dessas mudanças e avaliar o que é melhor para cada cliente”, observa Macedo. SK&C O JOÃO DORIA SABE ONDE ESTÃO OS BONS NEGÓCIOS. POR ISSO INDICA O DCI COMO O MELHOR PARCEIRO PARA PUBLICIDADE LEGAL. Acesse: dci.com.br/publicidadelegal Não espere mais para conversar sobre redução de custos em Publicidade Legal. Fale com sua agência ou entre em contato com nossa equipe comercial. DCI. EFICAZ EM PUBLICIDADE LEGAL. João Doria facebook.com/jornaldci twitter.com/jornaldci Linkedin: Jornal DCI 11 5095-5300 jornal propmark - 29 de fevereiro de 2016 17

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