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edição de 29 de fevereiro de 2016

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míDia Grupo britânico

míDia Grupo britânico lança o jornal The New Day Novo veículo do conglomerado de comunicação é pequeno e pode ser lido em apenas 30 minutos Claudia Penteado quando menos se esperava, E nasce mais um jornal impresso, desta vez na Inglaterra. Nesta segunda-feira (29) será lançado o The New Day, jornal do grupo britânico Trinity Mirror, que em outubro do ano passado adquiriu o Local World por 220 milhões de euros. O grupo – que publica 240 jornais regionais, além dos nacionais Daily Mirror, Sunday Mirror, People e ainda os escoceses Mail e Daily Record – lança um jornal de dimensões pequenas, para quem tem apenas 30 minutos para ler. O grupo Trinity foi criado em setembro de 1999 e originalmente tinha negócios de mídia nos Estados Unidos e no Canadá, todos vendidos para se concentrar em negócios no Reino Unido. Se a indústria do jornalismo impresso está em queda, não é diferente na Inglaterra. No entanto, este ainda é um segmento grande, que tem mais de 6 milhões de pessoas que compram jornal todos os dias e 25 milhões leem jornal semanalmente. O novo veículo nasce exatamente de um levantamento do grupo sobre por que as pessoas estavam deixando de comprar jornais. “Pesquisamos muito para chegar à conclusão de que nem tudo é por causa do digital. As pessoas que não se apaixonaram pelos jornais simplesmente não gostam daquilo que se encontra nas bancas. Elas ficaram insatisfeitas com produtos que não se transformaram ou se adaptaram, mas talvez fiquem tentadas de ler algo que se apresente de maneira diferente. Criamos um produto que se adapta à sociedade moderna, e dá algo que é esperado de um jornal”, diz Elizabeth Holloway, porta-voz do Trinity Mirror. O The New Day parte do princípio de que as pessoas, Alison Phillips comanda reunião de pauta do novo jornal britânico The New Day, que começa a circular nesta segunda-feira (29) ao abrirem seu jornal, já têm uma ideia, ainda que superficial, da maioria dos assuntos que já “aconteceram” nas redes sociais ou foram acessadas via alertas em seus celulares, vistas na TV ou ouvidas no rádio. Ao mesmo tempo, as pesquisas realizadas pelo grupo Trinity deixaram claro que as pessoas não querem que lhes digam o que pensar a respeito dos temas. “Todos os jornais do Reino Unido têm posições políticas claras. O The New Day não terá. Vamos divulgar pontos de vista e opiniões diferentes, deixar que as pessoas tomem suas posições”, disse Elizabeth. Complementam esses posicionamentos um belo design e layout, um papel colorido e mais grosso que os demais jornais, com imagens que chamam a atenção. E um preço atraente: 50 centavos de libra, sendo que no dia do lançamento será de graça e durante uma semana custará apenas 25 centavos de libra. Não há as divisões tradicionais dos jornais, que posicionam, por exemplo, esportes no final do veículo. Há artigos, opinião e notícias espalhados ao longo de toda a publicação. As notícias serão enxutas e haverá pelo menos três ou quatro com cobertura em maior profundidade todos os dias. Os temas variam de esportes, política e negócios a estilo de vida. O leitor-alvo é qualquer pessoa que queira se manter atualizada com um jornal conciso, simples e moderno. “Esperamos que nossos leitores estejam mais na faixa entre 35 e 55 anos, e talvez haja um número maior de mulheres que homens, pois são elas que estão mais insatisfeitas com os jornais atuais”, diz a porta-voz Divulgação do Trinity Mirror. O modelo comercial está baseado em assinaturas, portanto a circulação é o foco principal. A publicidade tem peso, claro, mas é preciso primeiro conquistar a audiência para que ela venha. O lançamento da marca será divulgado nas redes sociais e na TV inglesa. Mas o jornal não terá versão digital nem divulgará notícias nas redes sociais. Há contas da marca no Facebook e no Twitter, mas serão utilizados para divulgar a marca, não para divulgar seu conteúdo. “Esperamos provar que jornais impressos são capazes de sobreviver ao lado de noticiários digitais e as mídias sociais. A fórmula de dar aos leitores o que eles precisam, compartilhando opiniões e sem dizer a eles o que pensar, fugindo da linguagem típica dos tabloides, deve agradar”, afirma Elizabeth. 14 29 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

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