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edição de 25 de janeiro de 2016

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digital Emojis expressam

digital Emojis expressam aspectos emocionais Pesquisa global coordenada pela Arkadin mostra que 75% dos entrevistados usam esses ícones para ilustrar mensagens Divulgação Paulo Macedo Itaú já fez campanha descolada com essas carinhas O que podem ser acessadas nos menus das redes sociais e usadas para ilustrar mensagens ou, até mesmo, e principalmente, ser o próprio conteúdo da mensagem. A rede de fast food McDonald’s, a Ikea e a Chevrolet também fizeram uso desse idioma universal da era moderna em ações de comunicação publicitária nos últimos três anos. Essa linguagem virtual motivou a Arkadin, marca de serviços colaborativos presente em 50 países, a monitorar uma amostra global comprovando que 75% dos entrevistados, pessoas entre 18 e 65 anos, capturam uma das 845 carinhas disponíveis para expressar o sentimento do momento. “Hoje é cada vez mais comum o uso dos chamados ‘emojis’ em nosso cotidiano, seja em conversas informais ou até mesmo em mensagens de trabalho. Vindas dos antigos criptogramas egípcios, essas ‘carinhas’ têm mais de cinco mil anos de história e ganham cada vez mais importância na comunicação diária. Compostos por caracteres padronizados lidos no padrão Modern Unicode (código que permite a um computador representar ou manipular um texto), os ‘emoctions’ nos permitem uma análise detalhada de como as pessoas transmitem sentimentos e intenções através de mensagens de texto”, diz um dos trechos analíticos da pesquisa. E a utilização das carinhas não se restringe às mensagens compartilhadas por amigos e familiares. A linguagem também é recorrente no ambiente corporativo, como declaram 75% dos consultados pelo Arkadin. “O emoji mais usado nos países de língua inglesa, portuguesa e espanhola é o rosto com sorriso. Enquanto isso, na França predominam os corações, que são quatro vezes mais populares entre os usuários. Outra curiosidade que chama a atenção é a superioridade de uso de símbolos positivos sobre os negativos”, constata a análise. Ainda segundo a pesquisa da Arkadin, 70% dos emojis expressam emoções positivas, enquanto apenas 15% exprimem emoções negativas nos bate-papos online no Facebook, Twitter e WhatsApp, por exemplo. “Então, vale a dica, emojis facilitam o entendimento da mensagem, tornam o dia a dia corporativo mais humano, além de unir equipes de uma maneira divertida e eficaz”, acrescenta. O estudo diz também que “para quem ainda não se convenceu de que os emojis estão revolucionando a comunicação atual, a pesquisa mostra que estes caracteres são uma espécie de linguagem global, sendo usados e compreendidos nas quatro maiores linguagens atuais do mundo (Microsoft, Android, Mac e IOS), tendo uma base de uso de seis bilhões de pessoas” Ainda segundo a análise conduzida pela Arkadin: Criptogramas egípcios inspiram os modernos emojis que facilitam comunicação Vindas dos antigos criptogramas egípcios, essas carinhas têm mais de cinco mil anos de história e ganham cada Vez mais importância na comunicação diária entre pessoas nas redes sociais “Quanto mais expressivo o traço, maior é a intenção de sentimento que se quer representar na mensagem. Este sentimento é uma faísca para um engajamento emocional com a informação recebida, sendo essência da comunicação moderna”. No fim do ano passado, o WhatsApp disponibilizou para os seus usuários uma atualização com 150 novas imagens de emojis para a plataforma Android, que já estavam há três meses presentes nos devices da Apple que utilizam o sistema IOS. 44 25 de janeiro de 2016 - jornal propmark

parabéns, sampa! prOpmarK retrata sp como o centro da publicidade nacional Alê Oliveira Especial homenageia a cidade, que completa 462 anos nesta segunda-feira (25), nas próximas páginas Theatro Municipal, localizado na região central da cidade, um dos ícones da capital paulista Neusa spaulucci Tudo o que se fala da cidade de São Paulo é redundante. Tudo já foi dito e todo mundo a conhece como assustadora; aquela que abriga tudo e todos; aquela dos números gigantescos; do trânsito infernal, tal qual a poluição. No entanto, tem algo nela que atrai, fascina e hipnotiza. A maioria não fala bem da cidade, mas ninguém a deixa. Pode até visitar seu estado ou cidade de origem, mas sente falta do barulho, das ruas lotadas e calçadas apinhadas de gente, skeitistas, bikes, mendigos, pedintes, drogados, de gente bonita e gente feia. É uma babilônia. Ela “é igual ao mundo todo”. Não! São Paulo é única, agitada e cheia da grana. Os negócios, mesmo em tempos de crise, são fechados a todo instante e geram milhões de reais de impostos a cada minuto. “Se a cidade fosse um país, ela estaria entre as 50 maiores economias do mundo. A comparação é feita por um estudo da Fecomercio- -SP, que analisa o PIB, de R$ 571 bilhões, e a população, estimada em quase 12 milhões de pessoas, segundo o IBGE. Washington Olivetto escreveu um brilhante artigo, São Paulo, Gente Boa, há cerca de dois anos sobre a cidade, que começa dizendo: “Alguns dos meus queridos amigos cariocas têm mania de achar São Paulo parecida com Nova York. Discordo deles. Só acha São Paulo parecida com Nova York quem não conhece bem a cidade. Ou melhor, quem a conhece superficialmente e imagina que São Paulo seja apenas uma imensa Rua Oscar Freire. Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é se parecer com muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma”. Uma coisa é certa, ninguém duvida da sua força. É o centro nervoso dos negócios e, portanto, do mercado publicitário. Por isso, o PROPMARK decidiu fazer um raio X, no dia em que ela completa 462 anos, do que esta cidade representa para a publicidade local, nacio- “A cApitAl pAulistA AbrigA As principAis AgênciAs de propAgAndA e As que colocArAm o brAsil no topo do rAnking mundiAl em criAção” nal e internacional. Ela não é só aquela da “grana que ergue e destrói coisas belas”, como disse Caetano Veloso, na feliz canção Sampa. É um poderoso centro de criatividade, que colocou o Brasil como destaque mundial. A capital paulista abriga as principais agências de propaganda e as que colocaram o Brasil no topo do ranking mundial em criação. São Paulo se destaca como o maior mercado publicitário do país, com um crescimento de 33% nos últimos anos. Segundo dados do Kantar Ibope Media, o montante total destinado à cidade passou de R$ 23 bilhões em 2010 para mais de R$ 30 bilhões em 2014. Aqui estão AlmapBBDO, F/Nazca S&S, Ogilvy, antiga W/Brasil, DM9DDB, Leo Burnett e FCB Brasil. Também é a cidade dos eventos, que, por sinal, fazem com que a capital mais que dobre a população. Nas próximas 18 páginas o leitor tem um pouco sobre o que significa o mercado publicitário para a cidade. jornal propmark - 25 de janeiro de 2016 45

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