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edição de 23 de janeiro de 2017

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Mercado Maior feira

Mercado Maior feira de varejo do mundo traz debate sobre era do comércio difuso NRF Retail's Big Show mostra a existência de um consumidor que, cada vez mais, define a referência e a estratégia dos negócios de sucesso Leonardo KoboLdt de araujo* especial para o ProPMarK Nos últimos 12 anos participei de cinco eventos NRF Retail’s Big Show (National Retail Federation), nos Estados Unidos, de forma não-sequencial. Na maior feira de varejo do mundo, em Nova York, vi euforia, crises, superação, criatividade aplicada, mas principalmente a capacidade e a organização do varejo americano para avaliar, discutir e buscar, de forma permanente, formatos de evolução e de relevância. O consumidor sempre foi um tema presente nas várias edições das quais participei. Customer centricity, foco no cliente, cliente empoderado e customer first, entre outros termos, foram as várias denominações para um mesmo assunto, mas a percepção era de que, a partir destas diretrizes, varejistas e designers, além de administradores, marqueteiros e publicitários, enfim, toda a cadeia envolvida, pensassem e fizessem algo para atender aos desejos dos consumidores. Na edição 2017 do evento, que foi realizada entre os dias 15 e 17 de janeiro, em função da evolução e da irreversível coexistência das realidades física e digital, com suas diversas redes sociais, vemos um consumidor cada vez mais definindo a referência e a estratégia dos negócios de sucesso. Os consumidores têm novas capacidades relacionadas na coexistência dos espaços físicos e digitais. Os impulsos necessitam de uma nova abordagem, as lojas físicas devem ser capazes de suportar este novo momento e estes novos clientes. Devem entregar experiências e não artefatos, honrar contextos e sinergias, priorizar mensagens, instituir consistência para suas marcas, propor O chairman da NFR e cofundador da The Container Store, Kip Tindell, recebe no palco o fundador do Virgin Group, Richard Branson um design para mudar, ter ativistas de suas marcas no staff e, principalmente, entender que a venda não é o fim de um relacionamento, mas o início. Vivemos uma transformação acelerada que está mudando a forma e os canais de consumo, a logística, os meios de pagamento, o marketing, a comunicação e a experiência nos pontos de venda e em todos os elos da cadeia. É a tecnologia digital quem está provocando tudo isto. Com novos aparatos móveis, geolocalização, checkoutless, beacons etc., as lojas ganharam inteligência. Uma loja era tradicionalmente um espaço físico e hoje vivemos uma mudança de eixo, as compras passaram a ser centralizadas em uma pessoa em vez de um lugar. É a era do comércio difuso. Não temos de fazer coisas para os consumidores quererem, devemos propor as coisas que eles querem. Neste sentido, todas as variáveis que compõem a atmosfera das marcas e seus ambientes de venda - propósito, experiência, sales force e toda a abordagem digital - devem estar centrados nesta premissa ou, simplesmente, serão desconsiderados pelas pessoas. Basicamente percebo que a mudança passa a ser não a busca por clientes e funcionários, mas, sim, por fãs nos dois lados do balcão, neste mundo plural de tribos e engajamentos. As marcas devem entender, em especial em economias evoluídas, a importância de curadoria e engajamento para gerar paixão e o envolvimento das pessoas. Neste sentido, eu acompanhei o grande debate com o lendário Richard Branson, um Divulgação executivo britânico com jeito de roqueiro e fundador da companhia aérea Virgin, que com sua atitude e seus propósitos encantou a todos na plateia do evento. Um cara que tenta transformar com as suas iniciativas o capitalismo selvagem em um capitalismo consciente, a partir de uma visão global sustentável e otimista. Um dos seus projetos é a Virgin Galactic, que tem a ambição de ser a primeira empresa a oferecer um voo comercial para o espaço. A justificativa dele para sua empreitada em naves espaciais para viagens turísticas que orbitariam a Terra: permitir uma nova perspectiva sobre a questão da sustentabilidade e da beleza do planeta. Simples, humano e consistente. *Diretor de retail & environmental design do GAD’ 12 23 de janeiro de 2017 - jornal propmark

agências Átila Francucci assume direção geral de criação da nova/sb Executivo já passou por empresas como Lew’Lara\TBWA, DPZ, Y&R, AlmapBBDO e Fischer, além de ter coordenado campanhas políticas Átila Francucci é o novo diretor-geral de criação na nova/sb. O executivo iniciou os trabalhos no último dia 17 e sua ida para a agência é comemorada por Bob Vieira da Costa, sócio-fundador da nova/sb, que já vinha negociando a contratação há alguns anos. Os trabalhos de Francucci durante a sua carreira foram decisivos para que Costa fizesse a proposta. “Queremos nos movimentar com essa linha criativa que ele tem. A sensibilidade para se aproximar das pessoas e do interesse delas, se tornando presente no dia a dia através da propaganda, é algo que poucos profissionais têm”, afirma. No mercado desde 1995, Francucci já passou por agências como Lew’Lara\TBWA, DPZ, AlmapBBDO, Y&R e Lowe Lintas. Foi VP de criação da Fis- Alê Oliveira Átila Francucci: “é admirável o cuidado que sempre teve com a comunicação pública” cher América e copresidente e CCO da J. Walter Thompson. Em 2009, foi diretor-criativo da campanha de José Serra à Presidência e diretor de criação e planejamento da Lua Propaganda. Em 2014, encabeçou a direção de criação e conteúdo da campanha de Geraldo Alckmin ao Governo do Estado de São Paulo, foi sócio-diretor criativo da CO:collective Brasil e, em 2016, coordenador de estratégia e conteúdo criativo da campanha de João Doria à Prefeitura de São Paulo. Francucci afirma que a nova/ sb se preocupa em ouvir pessoas e tem um foco interessante em pesquisa. “A agência é 100% nacional e isso é uma raridade. É admirável o cuidado que sempre teve com a comunicação pública, com transparência e aprofundamento, se tornando um subsídio para o trabalho criativo”, afirma o criativo, acrescentando: “Quando houve o convite com esse perfil sistêmico, resultando em campanhas criativas, foi fascinante e desafiador”. curtas AG2 Nurun e Sapient- Nitro, agências digitais do Grupo Publicis, iniciaram processo de fusão de suas operações. Inicialmente, haverá um estudo de sinergia entre ambas, mantendo-se neste primeiro momento os dois escritórios e as respectivas marcas, independentes. “A complementaridade de serviço entre as duas agências oferece uma completa abordagem digital para o mercado e enriquecimento dos trabalhos já em desenvolvimento para as agências do Grupo Publicis”, declara o CEO das duas operações, Marcelo Lobianco (foto). As agências do grupo Talent, Leo Burnett, DPZ&T, Neogama e Publicis já fazem de ações de mídia programática a produção digital, UX e Data Science com a AG2 Nurun, suportando o The Power of One, conceito mundialmente implementado pelo Publicis. Com a fusão, a SapientNitro traz um back end de tecnologia e conhecimento em e-commerce para somar à oferta full digital. A Publicis Brasil contratou o diretor de criação Thor Matsusaki (à direita), para fazer parte da equipe comandada pelo chief creative officer Domenico Massareto (à esquerda). Matsusaki fará dupla com o também diretor de criação Sergio Scarpelli à frente da área focada no cliente Carrefour. Fotos: Divulgação A Commonwealth//McCann, agência do McCann Worldgroup dedicada à General Motors e também à Chevrolet, tem um novo líder para a sua operação brasileira. Tiago Lara (ex- -Audi) é o novo vice-presidente sênior e diretor de negócio da Commonwealth//McCann Brazil. Lara se reportará diretamente tanto a Fernando Fascioli, presidente do McCann Worldgroup para América Latina e Caribe, quanto para Kate MacNevin, diretora-executiva global de operações da Commonwealth// McCann. jornal propmark - 23 de janeiro de 2017 13

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