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edição de 23 de janeiro de 2017

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mercado Os jornais lideram o índice de confiança dos brasileiros, sendo considerado por três a cada cinco entrevistados como um meio confiável; o rádio é citado por 57% e a TV por 54% Ljupco/iStock Notícia publicada em jornais é de confiança para 59% dos brasileiros Pesquisa Brasileira de Mídia encomendada pela Secom ao Ibope também mostra que 63% têm baixa confiança em redes sociais Claudia Penteado Mais uma pesquisa sobre a mídia brasileira encomendada pela Secom (Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República) ao Ibope demonstra, entre outros dados, que TV e jornais impressos continuam sendo os meios de comunicação mais confiáveis para os brasileiros. De acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia, cujo relatório final foi consolidado no fim do ano passado, 59% dos entrevistados disseram que confiam sempre ou muitas vezes nas notícias publicadas em jornais. Rádio e televisão têm 57% e 54%, respectivamente. Revistas contam com a confiança de 40% dos entrevistados. Os entrevistados se dizem mais desconfiados quando as informações são de sites, blogs e redes sociais. Em relação aos sites, 62% falaram confiar poucas vezes no que foi publicado. O índice de baixa confiança é de 63% para as redes sociais e de 54% para o que sai publicado em blogs. A pesquisa aponta que a TV é o meio de comunicação mais acessado para se informar sobre o que ocorre no Brasil (63%), seguido da internet (26%), do rádio (7%) e dos jornais (3%). Mais de três quartos dos entrevistados veem televisão todos os dias. As emissoras de TV aberta são as mais vistas, com a Rede Globo na liderança. Em relação ao rádio, cerca de dois em cada três entrevistados afirmam ouvi-lo, sendo que quase a metade ouvem todos os dias. No caso dos jornais, 66% dos entrevistados afirmam ler jornais mais na versão impressa e 30% mais na versão digital. No caso de revistas, a versão impressa também impera (67%) e a digital é lida por 26% dos entrevistados. Segundo Duílio Malfatti, secretário de comunicação integrada da Secom, a pesquisa não apresentou muitas novidades esse ano em relação aos anteriores, porém foi justamente o dado de leitura de jornais e revistas na versão digital que causou surpresa. “O que mais nos chama a atenção é o aumento de visualização de sites dos veículos Jornais e Revistas. Praticamente triplicou a busca”, observou. Veja e Caras aparecem na liderança das respostas espontâneas sobre a revista que se costuma ler mais, com 25% e 7% das primeiras menções, respectivamente. A internet é acessada principalmente pelo celular (71%), seguida de computador (25%) e tablet (3%). Avaliou-se, também, a questão da concomitância de uso. Comer alguma coisa, usar o celular e conversar com outra pessoa são as atividades que os entrevistados mais praticam enquanto veem TV. A prática de atividades domésticas é o que mais se faz de maneira simultânea ao ato de ouvir rádio. Entre os leitores de jornais e revistas, a tendência é não haver outra atividade realizada ao mesmo tempo. Embora mais de um terço dos entrevistados que utilizam a internet revele que esse acesso é feito sem realizar outra atividade ao mesmo tempo, há também uma tendência em se realizar atividades como comer alguma coisa, conversar com outra pessoa, assistir TV, trocar mensagens instantâneas e usar o aparelho celular enquanto se navega na rede. Os dados da Pesquisa Brasileira de Mídia são referentes a agosto do ano passado. A amostra é de 15.050 entrevistas em todo o país. A pesquisa anual da Secom tem entre seus objetivos ajudar o governo a avaliar a adequação de mensagens, linguagens e canais para efetuar sua comunicação e verificar a eficiência e racionalidade na aplicação dos recursos. O estudo também avalia a percepção da população sobre ações governamentais. “A pesquisa nos permite conhecer os hábitos de consumo por meios, por estados e regiões, melhorar nosso planejamento de mídia, distribuindo melhor a verba e a veiculação. Também ajuda a orientar as açoes publicitárias do Governo Federal por meio e segmento da população”, conclui Malfatti. 10 23 de janeiro de 2017 - jornal propmark

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