Views
2 months ago

edição de 22 de fevereiro de 2016

  • Text
  • Brasil
  • Propmark
  • Anos
  • Fevereiro
  • Jornal
  • Mercado
  • Empresa
  • Ainda
  • Marcas
  • Marca

mídIa Fotos:

mídIa Fotos: Divulgação TV Paga perde espaço para OTT no mundo, aponta Instituto Reuters Serviços como Netflix estariam tirando audiência dos meios tradicionais; no Brasil, após ano difícil, o Pay TV apresenta redução de assinantes BárBara BarBosa Se a Geração Z nasceu já acostumada a assistir vídeos na internet, o mesmo não se pode dizer das outras gerações, que cresceram encarando a televisão tradicional. Nos últimos meses, entretanto, o número de pessoas com acesso a serviços OTT (Over The Top) tem aumentado e o que se vê é um público mais democrático e aberto a assistir filmes, séries e outros conteúdos online. Em um cenário global, tem se veri- ficado aumento de assinantes de plataformas como Netflix – muito em razão do maior acesso da população à banda larga e das melhores conexões disponíveis para mobile. Um relatório recente do Instituto Reuters, da Universidade de Oxford, aponta que a televisão paga, em alguns casos também a aberta, já começa a ser afetada por essa categoria, inclusive com diminuição de audiência em alguns países. No Brasil, após um ano difícil para o setor de Pay TV, que pela primeira vez em dez anos apresentou diminuição na base de assinantes, os OTT não são considerados a causa da queda, mas sim a crise econômica, segundo a ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura). “Para a associação, os serviços OTT são complementares aos de TV paga, tanto que as próprias operadoras e programadoras do setor também contam com opções de VOD. Com relação à redução na base de assinantes de TV paga no Brasil em 2015, de 2,7%, a ABTA avalia “OS SERVIÇOS DE OTT SÃO COMPLEMENTARES AOS DE TV PAGA, TANTO QUE AS PRÓPRIAS OPERADORAS E PROGRAMADORAS DO SETOR CONTAM COM OPÇÕES” 8 22 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

Netflix já soma mais de 75 milhões de usuários no mundo; companhia não divulga número de assinantes por país Acesso à banda larga cresce no Brasil, apesar da crise, e seria um dos motivos a impulsionar serviços OTT. Para ABTA, diminuição da base de assinantes da TV por assinatura tem como principal motivo a economia retraída que este número é resultado da crise econômica do país – que teve uma redução do PIB próxima de 4%”, declarou a associação em posicionamento enviado ao PROPMARK. RelaTóRIO Já nos Estados Unidos, o cenário é outro. Segundo o relatório do Instituto Reuteus, as assinaturas de TV paga e de OTT, de 2011 para 2015, mostraram de um lado queda e de outro crescimento, respectivamente: a TV paga caiu, em presença, de 100,9 milhões de domicílios para 97,1 milhões, enquanto o vídeo OTT cresceu, de 28 milhões para 50,3 milhões. Embora o Brasil não seja destacado no estudo, dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) mostram que, de fato, as assinaturas de TV paga recuaram no ano passado quase 3%: em novembro, as operadoras encerraram com 19,167 milhões de assinantes, enquanto que em julho, a base de assinantes era de 19,638 milhões. “No Brasil, não está havendo a chamada desconexão voluntária da TV paga, para migrar para outro serviço. Os desligamentos estão ocorrendo em função da crise econômica”, reforça o posicionamento da ABTA. Atualmente, os dados de assinaturas de serviços OTT não são abertos no Brasil. Por outro lado, a Anatel registrou crescimento na base de assinantes de banda larga fixa, que hoje está na casa dos 25 milhões, ante 24 milhões em junho do ano passado. Procurada, a Netflix não quis se posicionar sobre o assunto e continua não abrindo os dados regionalmente. Há algumas semanas, no entanto, a empresa anunciu ter ultrapassado o número de 75 milhões de usuários em todo o mundo, impulsionada principalmente por um crescimento ocorrido fora dos Estados Unidos. JOInT VenTuRe Na semana passada, outro assunto relacionado à TV por assinatura movimentou o mercado brasileiro: a proposta para uma joint venture entre SBT, Record e SBT, que resultaria na empresa Newco e assumiria o papel de programadora para negociar com as operadoras o sinal dos canais abertos na TV paga. Em agosto do ano passado, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a negociação, mas faltava ainda um parecer da Anatel, que foi divulgado na última semana. “A Newco poderá assegurar às emissoras envolvidas vantagens competitivas”, dizia o documento. Agora, a aprovação definitiva para a criação do negócio aguarda o julgamento do conselho da Anatel. SK&C PUBLICIDADE LEGAL DECIDA PELO DCI. Acesse: dci.com.br/publicidadelegal Não espere mais para conversar sobre redução de custos em Publicidade Legal. Fale com sua agência ou entre em contato com nossa equipe comercial. DCI. EFICAZ EM PUBLICIDADE LEGAL. João Doria facebook.com/jornaldci twitter.com/jornaldci Linkedin: Jornal DCI 11 5095-5300 jornal propmark - 22 de fevereiro de 2016 9

PROPMARK

Receba nossa newsletter

CADASTRAR

© Copyright 2000-2017 propmark o jornal do mercado da comunicação. Todos os direitos reservados.