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edição de 22 de fevereiro de 2016

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sul online Ana Paula

sul online Ana Paula Jung propsul@uol.com.br Divulgação Paim finaliza integração entre áreas Paim acelerou o processo de integração entre on e off, que vinha sendo conduzido desde 2010. Segundo Rodrigo Pinto, diretor de criação e VP da Paim, a agência vem se pre- A parando e investindo muito no digital, com treinamento e ferramentas de mídia. “O meu sonho é conquistar contas 100% digitais. Não somente fazer o digital para nossos clientes, mas também começar a ganhar contas dessa área. Não existe mais a divisão na Paim. É um time integrado”. Por isso, a agência contratou 16 pessoas com competências que a organização não tinha antes, como programador, profissionais de métrica e foco em conteúdo. Eduardo Flores, Taisa Brambila e Kim Gesswein foram promovidos e vão ajudar a liderar a consolidação do novo modelo. “Resolvemos acelerar porque é um caminho sem volta”, avalia Rodrigo Pinto. Cesar Paim, presidente da Paim; Eduardo Flores, gerente de planejamento; Taísa Brambila, gerente de mídia; Kim Gesswein, gerente de conexões, e Rodrigo Pinto edição extra A Alap (Associação Latino-Americana de Publicidade) vai promover edição extra do Festival Mundial de Publicidade de Gramado na cidade do Panamá, nos dias 11 e 12 de maio. A abertura oficial do evento deve ser feita pelo patrono Roberto Duailibi, juntamente com a presidente da Alap/Panamá, Aminta Orillac Arias, CEO da CM América Publicidad. Também estarão por lá Orlando Marques, presidente da Abap Nacional; Caê Caráccio, diretor-acadêmico e conselheiro da Alap no Brasil; Clemente Cámara, presidente e diretor de Clemente Cámara Associados do México e presidente honorário da Alap México; e Selva Andreolli, CEO do Grupo Perfil do Uruguay e presidente da Alap/Uruguay. sesc-rs na sPr Com o posicionamento Ousadia para ser memorável, a SPR venceu a concorrência do Sesc-RS para a conta online e offline. Sete agências participaram da disputa. Em janeiro, a agência já havia reconquistado a conta do Grupo RPH, que atua na área de Medicina Nuclear. “O nosso objetivo é criar campanhas memoráveis e aproximar ainda mais o Sesc-RS de seus públicos”, diz o diretor-executivo da SPR, Juliano Brenner Hennemann. nova gestão Como parte das mudanças na sua estrutura organizacional, o Grupo RBS tem novo diretor-executivo. Há 20 anos na empresa, Ibanor Polesso passa a responder pelas áreas de finanças, planejamento, suprimentos e operações de RH, além de integrar a diretoria-executiva e das funções que já estavam sob a sua gestão, como controladoria, CSC, controle comercial e gestão de riscos, auditoria e compliance. Polesso explica como acredita que dará conta de tantas áreas: “Com pessoas certas nas posições-chave e times totalmente integrados. Ninguém consegue fazer nada sozinho. Tenho uma equipe competente e conectada com os objetivos estratégicos da empresa”, afirma o executivo. rolling stones O jornal Zero Hora e a rádio Atlântida já estão com conteúdos especiais para acompanhar a turnê dos Rolling Stones pelo Brasil. Depois do Rio de Janeiro e de São Paulo, a banda inglesa se apresenta em Porto Alegre no próximo dia 2. O Grupo RBS é um dos realizadores do evento, junto com T4F e DCSet. 36 22 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

eyond the line Marina Cota Freio de arrumação Em vez de ficarmos nos lamuriando pelos cantos, é hora de pensar nas adaptações Alexis Thuller PAgliArini Diz o dito popular: “É no chacoalhar do caminhão que as melancias se ajeitam”. E o nosso caminhão da macroeconomia vem chacoalhando e fazendo curvas perigosas pelas estradas de 2016. Mas, além de chacoalhar (e como chacoalha!), ele também freia. E, a cada freada mais brusca, provoca uma arrumação na sua frágil carga. Mas o caminhão não para: aos trancos e barrancos, vai tocando a sua jornada épica para chegar a algum destino. Paro por aqui com a metáfora e parto para a realidade. Na semana passada, acompanhei o evento Lacte 11, focado no segmento de viagens corporativas, incentivo e eventos. O evento é realizado pela Alagev (Associação Latino-Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas). Como faz todo ano, a Alagev apresentou o seu IEVC (Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas), baseado em estudo feito pela instituição, em parceria com o Senac. Os números referem-se à movimentação econômica do setor no ano passado. Como se esperava, o caminhão do setor de viagens corporativas (lá vou eu com a metáfora outra vez...) pisou no freio em 2015. Depois de acompanhar anos seguidos de crescimento, o setor apresentou uma redução de 3,6%, chegando a um total de receitas equivalente a R$ 38,73 bilhões, em comparação com os R$ 40,17 bilhões de 2014. Consequentemente, o impacto direto na economia também diminuiu de R$ 75,93 bilhões em 2014 para R$ 70,57 bilhões em 2015. E, nesse dominó perverso, os empregos também sofreram: foram gerados 725.589 vagas diretas e indiretas, o que também representou queda em relação ao ano anterior, quando o setor gerou 752.921 postos de trabalho. Olhando os números com mais atenção, porém, vemos que a “arrumação” acaba desfavorecendo alguns setores, mas o impacto é menor em outros. Por exemplo, o setor aéreo (o mais importante na composição da receita do setor), que representa- va 52,81% da receita em 2014, reduziu sua importância para 44,29%. Enquanto que o de hospedagem – o segundo do ranking de receitas – subiu de 28,64% para 33,69%. Os subsetores de alimentação e de locação de carros também cresceram em importância. É esse tipo de arrumação que as freadas econômicas provocam. Quem consegue se segurar e se adequar a cada chacoalhada vai sobrevivendo e até crescendo no meio da turbulência. Em um dos painéis do evento, vi Wilson Ferreira Junior, presidente da Ampro (Associação de Marketing Promocional) apresentar um quadro sobre o setor de eventos, constatando que as atividades continuam sendo realizadas, mesmo com a retração econômica. Quem fazia evento de premiação em Paris, foi para Miami. Quem fazia em Miami, veio para um resort brasileiro. Quem fazia em resort sofisticado, foi para um hotel urbano. Quem fazia em hotéis 5 estrelas, foi para 4 estrelas. E assim por diante... O importante é acompanharmos atentamente os movimentos de “arrumação”. No setor de propaganda, a recente pesquisa organizada pela Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda), no fim do ano passado, mostrou agências se adequando rapidamente. No campo digital, por exemplo, depois de sofrer com perdas de receita advindas da mídia tradicional, aproximadamente 30% das agências incorporaram com sucesso esse tipo de serviço em seu portfólio. Os serviços digitais já representam, em media, 11% da receita das agências. Outro movimento de arrumação no setor de agências de propaganda é a terceirização. Há claramente uma tendência de delegar a terceiros aquilo que não é estratégico. E assim vai se dando a arrumação. É muitas vezes dolorosa, mas necessária. Em vez de ficarmos nos lamuriando pelos cantos, é hora de pensar nas adaptações. E rapidamente! Como ouvi alguém dizer no evento. Nesses tempos de arrumação contínua, existirão apenas dois tipos de empresas: as rápidas e as mortas. Alexis Thuller Pagliarini é superintendente da Fenapro (Federação Nacional de Agências de Propaganda) alexis@fenapro.org.br jornal propmark - 22 de fevereiro de 2016 37

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