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edição de 22 de fevereiro de 2016

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agências Leo Burnett

agências Leo Burnett Tailor Made apresenta novo comando no planejamento Com transferência de Marcello Magalhães para Chicago como CSO e para o comando estratégico global do McDonald's, Tiago Lara assume Fotos: Divulgação Tiago Lara conta com o apoio dos copresidentes Marcio Toiscani e Marcelo Reis Marcello Magalhães assume como CSO da Leo Burnett nos Estados Unidos Marcello Magalhães, sócio e VP de planejamento estratégico da Leo Burnett Tailor Made, está assumindo como CSO (Chief Strategy Officer) da Leo Burnett nos Estados Unidos. Ele acumula o cargo de Global Business Leader para a conta de McDonald’s. Com a mudança para Chicago, quem assume o seu lugar no Brasil é Tiago Lara, diretor de planejamento. A transição de Magalhães, que continua sócio da LBTM, alinhada com a promoção de Tiago, é um movimento natural, de crescimento e evolução, diante dos resultados positivos que a agência vem conquistando no Brasil, principalmente nos últimos cinco anos, quando passou a assinar Tailor Made e adotar um modelo de gestão de negócios “baseado em uma entrega exclusiva para cada cliente”. Nesse período, a agência cresceu 116% e conquistou cerca de 15 contas. “Os dois movimentos vão ao encontro da estratégia de fortalecimento do nosso time de lideranças para promover e valorizar nossos talentos, aprimorar ainda mais a entrega aos nossos clientes e atrair novos negócios”, ressalta Marcio Toscani, copresidente da LBTM. Em seu novo desafio, Magalhães ficará à frente de duas funções: como CSO, vai liderar o departamento de estratégia da Leo Burnett nos EUA, com 160 colaboradores; e, em paralelo, estará no comando de todo o desenvolvimento estratégico da conta de McDonald´s no mundo. “Durante seus 5 anos na Leo Burnett Tailor Made, Marcello provou que tem capacidade para atuar lado a lado em completa parceria com os clientes, fazer uma agência crescer e inspirar seus funcionários. Ele é o que nossa agência e clientes precisam hoje. Foi um agente de mu- dança no Brasil e vai trazer essa mesma mentalidade e paixão para Chicago”, ressalta Rich Stoddart, CEO da Leo Burnett Worldwide. Para Marcello Magalhães, “é uma honra para um brasileiro” se juntar a uma agência icônica como a Leo Burnett dos EUA. “Desde o início, a Leo Burnett tem se pautado por implementar novos e desafiadores padrões, tanto nos EUA como internacionalmente. Mantendo sua herança em criatividade e estratégia, a agência tem alinhado perfeitamente suas engrenagens para atuar diante desse novo mundo que bate à nossa porta, por meio da produção de ideias que alterem drasticamente os nossos negócios e os dos nossos clientes, recorrendo agora a uma miríade de disciplinas em marketing e comunicação. Estou empolgado por fazer parte desse grande desafio”. Paulo Giovanni, chairman da Leo Burnett Tailor Made, revela que Marcello Magalhães foi figura-chave no turn around da Leo Burnett no Brasil, 5 anos atrás. “Começamos juntos o sonho de criar a Tailor Made e, na sequência, o de unir esse modelo operacional inovador com a representatividade da Leo Burnett. Lamento que ele nos deixe, por outro lado fico feliz em vê-lo sendo reconhecido pela Leo em Chicago para este novo desafio”. “Magalhães é o melhor profissional de planejamento com quem já trabalhei. Humano, brilhante, verdadeiro e apaixonado pela propaganda. Tornou-se um grande amigo. Vai fazer a diferença na Leo em Chicago. E, aqui na LBTM, tenho certeza de que o Tiago Lara vai substituí-lo à altura. Ele é um grande profissional, com muito conhecimento a agregar”, destaca Marcelo Reis, sócio e copresidente da agência. 14 22 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

agêNcias Newcomm tem novo comando e desafios Com Roberto Justus como chairman, Marcos Quintela assume a presidência da holding que é sócia do WPP Paulo Macedo executivo Marcos Quintela assume oficialmente O nesta semana a presidência do Grupo Newcomm de Comunicação, sócio da holding inglesa WPP, do empresário Martin Sorrell, nas operações da Y&R, Wunderman, Red Fuse (exclusiva de Colgate- -Palmolive), Grey Brasil, Ação (serviços de pré-impressão) e VML (comunicação digital), que em conjunto têm faturamento bruto de compra de mídia de aproximadamente R$ 9 bilhões por ano. Consequentemente, Quintela deixa o comando executivo da Y&R, que passa a ser liderada pelo francês David Laloum que, segundo Quintela, terá “total autonomia” na condução da maior agência de publicidade do mercado brasileiro. “Deixo o front office e os jobs do dia a dia para cuidar da filosofia corporativa e pela busca de evoluções e resultados. Nesse novo papel, vou me envolver com todas as agências e sua cadeia de clientes pelo viés estratégico”, destaca Quintela, ressaltando que a Wunderman, por não ter a sua composição de receitas atrelada apenas às compras de mídia, “impacta ainda mais os negócios do Newcomm”. Com a reorganização, Quintela passa a se reportar diretamente a Sorrell e a participar das reuniões estratégicas mensais realizadas em Nova York. Com a executiva Ann Newman, que comanda a área de fusões e aquisições do WPP, vai dialogar sobre novos negócios que estão nos planos para o mercado brasileiro, mesmo com o cenário econômico preocupante. “O fôlego Martin Sorrel, CEO do WPP, Roberto Justus e Marcos Quintela, respectivamente chairman e presidente do Grupo Newcomm “Caso surja uma oportunidade relevante, vamos estudar, Com Certeza. em parCeria Com roberto justus, vou fiCar antenado Com as possibilidades” do grupo é inesgotável”, resume Quintela. “Caso surja uma oportunidade relevante, vamos estudar, com certeza. Em parceria com Roberto Justus vou, ficar antenado com as possibilidades porque as aquisições são uma alternativa de crescimento”, acrescenta. Por outro lado, o novo gestor do Newcomm acredita que a economia brasileira é motivo de apreensão. “A Y&R perdeu faturamento em 2015, segundo a pesquisa do Ibope Monitor, devido às incertezas. Divulgação Mas é uma agência conhecida globalmente por sua agressividade na busca de negócios e nas concorrências das quais participa. Com a perda da Peugeot, em dezembro do ano passado, ela tem espaço na indústria automobilística, além de varejo de vestuário, moda e fármacos. Até 2017, o quadro não deve mudar muito. Só depois das novas eleições presidenciais é que o mercado vai ter novo alento e poderá viver um novo ciclo, mas não vai parar”, finaliza Quintela. jornal propmark - 22 de fevereiro de 2016 15

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