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edição de 20 de fevereiro de 2017

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mArCAs Amstel aposta no

mArCAs Amstel aposta no Carnaval com campanha da J. Walter Thompson Do portfólio da Heineken, cerveja explora situações vividas pelos foliões que costumam soltar a franga durante a maior festa realizada no Brasil Com os bons resultados contabilizados no Carnaval paulistano do ano passado, a folia momesca passou a ser um dos elementos-chave de ativação da cerveja premium holandensa que integra o portfólio da Heineken. Para relacionar o produto ao evento, a J. Walter Thompson desenvolveu a campanha Vai de Amstel que não tem erro, que está sendo veiculada nas principais emissoras de televisão, abertas e fechadas, além de mídia exterior e canais digitais nas praças de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Recife e Brasília. O cerne criativo tem o propósito de mostrar aos consumidores que a folia tem de ser bem aproveitada e se torna ainda melhor se acompanhada de uma cerveja de qualidade. A ação explora com bom humor as situações típicas e divertidas que foliões vivem durante os dias de festa, incentivando- -os a curtirem o evento de uma maneira livre e espontânea, como deve ser. As peças também ressaltam que a experiência do Carnaval pode ser ainda melhor com Amstel, uma cerveja de receita europeia e sem aditivos. O insight da campanha de Carnaval será o ponto de partida de uma série dedeos que serão veiculados durante 2017 para falar de assuntos como consumo responsável, por exemplo. “Isso porque ela melhora o fim de semana, melhora o futebol, melhora o Carnaval, e até o bar”, destaca Ricardo John, CCO da J. Walter Thompson. “Na verdade, só se precisa de duas cadeiras e um cooler de Amstel para criar a atmosfera perfeita”, acrescenta John. “O Carnaval é uma festa imensa e muito inerente ao brasileiro. A intenção e responsabilidade como marca é apostar no evento e oferecer opções para que a experiência “O Carnaval é uma festa imensa e muitO inerente aO brasileirO. a intençãO COmO marCa é apOstar nO eventO e OfereCer Opções para que a experiênCia dOs COnsumidOres seja melhOr e mais divertida” Vai de Amstel que não tem erro é o tema da campanha dos nossos consumidores seja melhor e mais divertida, com um produto de qualidade e sem exageros”, comenta Eduardo Picarelli, diretor de marcas mainstream da Heineken Brasil. O plano de mídia da campanha Vai de Amstel que não tem erro também inclui o aproveitamento em painéis interativos e estáticos da linha 4 do metrô de São Paulo. O objetivo é divulgar as casas de hospitalidade dos blocos Casa Comigo, Acadêmicos do Baixo Augusta Fotos: Divulgação e Confraria do Pasmado, todos patrocinados pela Amstel. Esses espaços não terão cobrança de ingresso e serão uma extensão dos ritmos dos blocos com as festas Selvagem, Calefação e Tropicaos em suas versões de Carnaval. 58 20 de fevereiro de 2017 - jornal propmark

MarCas Kirin Holdings Company desiste do Brasil e Heineken assume operação Com acordo assinado pelas empresas, a fabricante holandesa se torna a segunda maior companhia de cervejas no país, atrás apenas da Ambev O pOrtfóliO da Brasil Kirin – que tem presença particularmente fOrte nO nOrte e nOrdeste, pOntOs fracOs da HeineKen – inclui a scHin, a devassa e as marcas especiais Baden Baden e eisenBaHn Claudia Penteado Heineken N.V. anunciou, A na Holanda, que assinou um acordo com a Kirin Holdings Company para adquirir a Brasil Kirin Holding S.A., uma das maiores fabricantes de cervejas e refrigerantes do país. A transação transformará a operação da Heineken no Brasil, aumentando sua presença e escala, fortalecendo o portfólio de marcas. Com a operação, a Heineken se tornará a segunda maior empresa de cervejas aqui, superando a Petrópolis (que tem quase 12%) e ficando abaixo da Ambev, que tem 63,3% do mercado. Mas o que está por trás do negócio, analisam especialistas, é um grande fracasso e desistência da Kirin do mercado brasileiro. Os japoneses não teriam compreendido bem o mercado local e finalmente cedido aos holandeses. A Kirin comprou a operação da Schincariol em 2011 pagando R$ 2,3 bilhões por 12 fabricantes de cerveja. Os japoneses perderam cerca de R$ 1,6 bilhão, ao vender o negócio agora por parcos R$ 700 milhões para a Heineken. Na ocasião, alguns integrantes da família Schincariol recorreram à Justiça para suspender a venda e, de lá para cá, as vendas da Kirin caíram e a subsidiária brasileira passou a enfrentar sucessivos prejuízos. Os últimos resultados do ano fiscal da Brasil Kirin foram encerrados em 31 de dezembro de 2016, com receita de R$ 3,706 bilhões (2015: R$ 3,698 bilhões) e prejuízo fiscal antes da amortização de ágio de R$ 262 milhões (2015: R$ 322 milhões). Apesar do cenário recessivo, o Brasil é o terceiro maior mercado global de cervejas, com volume em 2015 de 139 milhões de hectolitros. O potencial de longo prazo é altamente atrativo, e o segmento premium é considerado a galinha dos ovos de ouro das cervejarias. O portfólio da Brasil Kirin – que tem presença particularmente forte no Norte e no Nordeste, pontos fracos da Heineken – inclui a Schin, a Devassa e as marcas especiais Baden Baden e Eisenbahn, que complementarão o portfólio premium da Heineken. A Brasil Kirin também possui um segmento de bebidas não alcoólicas, incluindo a icônica marca Itubaína. Já a Heineken tem como principais marcas a própria Heineken e a Sol, atualmente opera cinco cervejarias no Brasil e tem uma parceria de distribuição estratégica com os engarrafadores Coca-Cola. Em 2010, adquiriu a operação de cerveja da Femsa, aumentando sua participação para 10% e ganhando escala com as marcas Kaiser e Bavaria. Recentemente lançou a marca Amstel no segmento mainstream. A conclusão da aquisição está sujeita às aprovações regulatórias habituais e está prevista para este semestre. Fotos: Divulgação jornal propmark - 20 de fevereiro de 2017 59

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