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edição de 20 de fevereiro de 2017

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mercado Divulgação Garoto-propaganda deixa Bombril após 40 anos O ator Carlos Moreno não teve contrato renovado com marca Danúbia Paraizo Com a não renovação do contrato de Carlos Moreno, como o Garoto Bombril, chegou ao fim uma parceria de quase 40 anos. O publicitário Washington Olivetto, que foi responsável por contratar o ator como garoto-propaganda da marca em 1977, ressaltou, na semana passada, a relevância do personagem na história da propaganda. “Carlinhos Moreno não saiu da Bombril. Carlinhos Moreno entrou definitivamente para a história da publicidade”, destaca o atual chairman da WMc- Cann. “Com a descartabilidade cada vez maior que a publicidade ganhou nos últimos anos, fica impossível para qualquer ator no mundo superá-lo. No número de anos atuando para o mesmo anunciante, nos trabalhos feitos, nos prêmios ganhos, na marca sólida e imor- curtas Carlos Moreno e Dani Calabresa; desde 2013, ator dividia o espaço da bancada “Carlinhos Moreno não saiu da BoMBril. Carlinhos Moreno entrou definitivaMente para a história da puBliCidade” tal construída e no fato de ter entrado para o Guinness Book. Carlinhos Moreno não é só um capítulo da história da publicidade; é a enciclopédia inteira”, brinca Olivetto. Desde 2013, Moreno vinha perdendo espaço, após reposicionamento da marca, que vem apostando em Dani Calabresa, Monica Iozzi e Ivete Sangalo para assumir a tradicional bancada. Ao site Notícias da TV, Moreno contou que a empresa de produtos de limpeza passa por “situação complicada” e vem fazendo cortes em diversas áreas, inclusive na de publicidade. Afirmou ainda que recebeu uma proposta para renovação de contrato, mas que não achou vantajosa. “Chegamos a um consenso: já que não estava sendo aproveitado, não tinha nenhuma perspectiva de trabalhar, não fazia sentido eu continuar contratado. No futuro, se tiver interesse, a gente volta a trabalhar junto com o maior prazer”, declara Moreno ao site. Recordista mundial desde 1994 por ser o garoto-propaganda com mais tempo no ar, Moreno estrelou comerciais da Bombril de 1978 até 2004. Retomou em 2007, totalizando cerca de 400 peças. Além dos vídeos icônicos, em que aparecia dando conselhos de limpeza para as donas de casa, Moreno também estampava versões impressas em que se caracterizava de personagens populares, como Xuxa, Pelé, Ronaldo Fenômeno e Dilma Rousseff, entre outros. Fotos: Divulgação Agora foi a vez da Diesel se posicionar contra o muro que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende construir na fronteira com o México para impedir a entrada de imigrantes no país. A nova campanha da grife italiana traz o slogan Faça amor, não faça muros. O vídeo (foto) foi dirigido pelo fotógrafo David LaChapelle e exibe modelos separados por um muro muito alto e bem protegido. A peça começa com os personagens divididos jogando flores uns para os outros por cima da barreira. Após derrubar a fronteira, forçando a parede e, assim, fazendo surgir um buraco em forma de coração para a transposição, o grupo aparece festejando e um casal gay troca beijos — um deles, usando um keffiyeh, lenço tradicional entre os palestinos. A Sodexo Serviços, líder mundial em serviços de qualidade de vida, lançou uma campanha para divulgar vagas de trabalho na companhia para pessoas portadoras de deficiência. A comunicação, que foi criada pela Átomo (foto), traz uma linha de anúncios baseados em cada tipo de deficiência e apresentou os diferentes cargos que o profissional pode conquistar. A criação é de Douglas Reis e Heloiza do Valle. A agência escolheu um elemento bem característico do mundo corporativo, o crachá, para divulgar a mensagem: Aqui todos têm oportunidades iguais. O objetivo é mostrar que a empresa investe na diversidade e na inclusão dos seus colaboradores. A Sodexo atende, diariamente, 1,5 milhão de consumidores e possui 35 mil colaboradores. 14 20 de fevereiro de 2017 - jornal propmark

mERcado E-commerce brasileiro cresce 7,4% e fatura R$ 44,4 bilhões em 2016 Relatório Webshoppers aponta que essa foi a menor elevação desde 2001; tíquete médio também aumentou e foi de R$ 388 para R$ 417 Em 2016, o e-commerce brasileiro cresceu, fechando o ano com um faturamento de R$ 44,4 bilhões e incremento de 7,4% - em 2015, o faturamento havia sido de R$ 41,3 bilhões. O tíquete médio também foi maior e registrou alta de 8% na comparação entre os períodos, passando de R$ 388 para R$ 417. Já o número de pedidos permaneceu estável, em 106,3 milhões. Os dados são do 35º Relatório Webshoppers, divulgado pela Ebit, empresa que compila informações sobre o varejo ele- trônico nacional. Apesar da alta, esse é o menor crescimento do comércio eletrônico brasileiro registrado pelo relatório, que é divulgado desde 2001. O estudo aponta ainda que o número de e-consumidores ativos cresceu 22% na comparação com 2015, de 39,14 milhões para 47,93 milhões. Já as vendas via dispositivos móveis (tablets e smartphones) concentraram 21,5% das transações em 2016, ante 12,5% do ano anterior. Para 2017, o relatório indica um faturamento de R$ 49,7 bilhões do setor. Os e-consumidores cresceram 22%, alcançando 47,93 milhões no ano passado Pinkypills/iStock jornal propmark - 20 de fevereiro de 2017 15

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