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edição de 18 de janeiro de 2016

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agências Luxo Luxo

agências Luxo Luxo nunca perde aderência. Quem compra luxo está acima de depressões econômicas. Eu diria até que, em momentos de crise econômica, o luxo se faz ainda mais necessário, pois é uma forma de as pessoas mostrarem socialmente que está tudo bem com elas. Os mercado de moda e de cosméticos conhecem bem essa regra. É no momento de crise que essas categorias crescem. Hype Não está no fim. Nunca estará. O que está no fim é a forma como as pessoas se relacionam ao que está em alta. Sempre vão ter aqueles que vão atrás do hype e sempre vão ter as pessoas que criam o hype. A diferença está na origem e na quantidade de “hypes” que existe por aí. MiLLeniaLs Os millenials estão ficando velhos. São da geração que nasceu entre os anos 1980 e final dos anos 1990. Ou seja, uma galera que hoje está entre 30 e 40 anos. É a geração do meio do caminho. De quem nasceu na fronteira da grande mudança digital e, portanto, conhece, usa e entende o mundo online, mas ainda faz a distinção entre o que acontece “no mundo virtual” e no “mundo real”. Essa é a geração que falava (e fala ainda) em “entrar na internet”. Isso para a Geração Z é uma afirmação quase surreal. Enfim, os millenials têm hoje seus pais na faixa dos 60/70 anos. São da geração que ajudou os pais a migrarem para o mundo da forma que existe hoje. E se veem numa situação de ter pais “velhos” que estão no auge da idade, que fazem o que eles fazem, que viajam, que se exercitam, que são os velhos-jovens. Existe uma aproximação muito maior entre essas gerações do que qualquer outra anterior. geração Z Diferentemente da Geração Y, que representa pessoas de nascidas entre 1978 e 1990, a Geração Z é a de jovens que hoje estão entre 12 e 19 anos. Uma turma nascida no ambiente digital e tecnológico altamente desenvolvido, não distingue offline de online. Expressões como “entrar na internet” para eles são tão estranhas quanto “caiu a ficha” para a geração anterior. Não existe distinção entre a vida on e a off, eles estão on o tempo todo. Isso gera um tipo de comportamento bem diferente da geração anterior, pois a falta total de barreiras entre o virtual e o real faz com que a forma como consomem conteúdo, informação, mídia e produtos seja mais informada, mais compartilhada e mais social. A Geração Y é a do meio do caminho. Uma geração que, apesar de ter nascido em um ambiente digital, teve de aprender a viver as mudanças rápidas do mundo ao seu redor e se adequar a elas. A Geração Z já nasceu camaleônica, pois chegou em anos em que a inovação tecnológica e as mudanças acontecem em velocidade máxima e nem mesmo existe tempo para adaptação. Uma analogia entre as gerações: a atualização do sistema da geração Z é automática, a da Y precisava de notificações. Sangoiri/Shutterstock “A GerAção Z já nAsceiu cAmAleônicA, pois cheGou em Anos onde A inovAção tecnolóGicA e As mudAnçAs são feitAs em velocidAde máximA e nem mesmo existe tempo pArA AdAptAção. umA AnAloGiA entre As GerAções” “Facebook, YouTube e Snapchat se reinventam constantemente para renovar o interesse dessas pessoas sempre. Imagine isso, então, em um ambiente de trabalho, em escolas, na sexualidade e dentro de casa”, afirma Isabella Futuro O objetivo do estudo Future 100, liderado pela J.Walter Thompson, é poder fazer um mapeamento daquilo que começaremos a ver acontecer na sociedade no próximo ano e, com isso, antecipar alguns movimentos para os nossos clientes, seja do ponto de vista de comunicação ou do ponto de vista de desenvolvimento de produtos e inovação. O Future 100 é um estudo anual da J.Walter Thompson que é realizado desde 2010, em que mostramos as principais tendências mundiais em diversas categorias de produtos, serviços e comportamento. O relatório é dividido em 10 macrotendências, com 10 exemplos em cada uma: cultura, tecnologia mais inovação, turismo e hospitality, brands mais marketing, comida mais bebidas, beleza, varejo, saúde, estilo de vida e mercado de luxo. O estudo começa a ser preparado em outubro do ano anterior, com um grupo pequeno de planners do mundo todo 34 18 de janeiro de 2016 - jornal propmark

contribuindo com um levantamento de tendências locais. A partir daí, é aprimorado com uma mesa de pesquisa e entrevistas em profundidade com especialistas. Tudo isso é conduzido pelo Innovation Group JWT, que é uma célula de futurismo da agência sediada em Nova York. inteLigência A J.Walter Thompson Intelligence é uma área especializada que oferece uma mistura única de investigação, inovação, dados e analytics através de sua rede global. É uma plataforma que abriga três práticas in- -house: Sonar, Analytics e do Grupo de Inovação. Disponível como um combo ou em qualquer combinação, estas três práticas fornecem aos clientes uma visão essencial, inspiração, previsão de tendências e análise de dados em uma escala global. conectividade Simplesmente colocar os jovens no patamar deles. Essa geração vive para a obsolescência e na busca do “next big thing”. Isso faz com que marcas precisem se reinventar o tempo todo e trazer novos features que atualizem os anteriores. É só ver o que ocorre com as principais redes sociais que essa geração utiliza. Facebook, YouTube e Snapchat se reinventam constantemente para renovar o interesse dessas pessoas constantemente. Imagine isso, então, em um ambiente de trabalho, em escolas, na sexualidade e dentro de casa. Acho que em toda a história, os jovens sempre são aqueles que desafiam o status quo, que desbravam, que buscam inovação e questionam. Isso coloca os jovens num patamar de inovação. Tanto quanto qualquer jovem de qualquer outra geração. Cada uma tem a sua característica, é claro. Essa é a geração da conectividade total e isso facilita a inovação em alta velocidade. indÚstria Acredito que a indústria da comunicação como um todo deve estar atenta ao fato de que estamos vivendo um momomento no qual o controle e planejamento devem ser feitos quase que em tempo real. Muito do conteúdo produzido pelas marcas está vindo de consumidores e muitas das críticas idem. Os anunciantes devem estar dispostos a, cada vez mais, deixar a sua marca nas mãos das pessoas e viver em um estado constante de beta mode e transformação. O diálogo é absolutamente necessário e é isso que vai enriquecer o contato das pessoas com as marcas. As marcas que se colocarem no lugar dos outros, dando mais valor às experiências e também às diversidades, serão melhores vistas pelos consumidores. Eugenio Goulart/Divulgação “Se não formos capazes de entender as mudanças ao nosso redor e responder rapidamente e de acordo, estamos fadados à obsolescência tanto quanto qualquer outro negócio”, observa Isabella, há quatro anos na agência jornal propmark - 18 de janeiro de 2016 35

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