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edição de 18 de dezembro de 2017

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mídiA Quem Acontece e O Globo levam experiências de marca para Sapucaí Divulgação Camarote no Rio prevê cotas de patrocínio máster, apoio, regional e de produto C M Y CM MY CY CMY K Jornal PropMark.pdf 1 16/10/2017 14:27:58 Camarote reúne celebridades, personalidades e convidados em quatro dias de folia no Sambódromo da Sapucaí Danúbia Paraizo ano ainda não acabou, mas o clima já O é de Carnaval no Grupo Globo. Desde a semana passada circula no mercado o plano comercial do Camarote Quem Acontece O Globo. O espaço está em sua terceira edição e promete reunir personalidades, famosos e convidados nos quatro dias de folia na Sapucaí. Um dos maiores projetos publicitários do ano para a companhia, o camarote tem objetivo de servir como plataforma de relacionamento e de experiências para marcas. Segundo Virginia Any, diretora de mercado anunciante da editora Globo, a ideia é que o projeto não termine após os desfiles das campeãs, mas que, por meio de seu pacote de mídia, estenda seu alcance para impresso, TV e internet. “O camarote já se consolidou como uma grande plataforma de relacionamento. As marcas levam clientes, distribuidores e stakeholders para uma experiência inesquecível. O Carnaval do Rio é um espetáculo e a gente cuida para que essa experiência seja única”. Trazendo a diversidade do Canaval nas diferentes regiões do país, o espaço abrigará formatos de todos os tamanhos para anunciantes. A Avon, por exemplo, patrocinará espaço de maquiagem para que convidados e celebridades se aprontem antes de sair no Sambódromo. Já a Salon Line terá um estúdio para tratamento e cuidado com os cabelos. Neste ano, a Sky também montou um lounge de descanso, café Orfeu promoveu uma cartela de drinks e o Barra Shopping forneceu serviço de carregamento de bateria de celular. Com 15 marcas parceiras em 2017, Virginia espera repetir os bons resultados em 2018. Para tanto, o foco será no tratamento superpremium no espaço, que contará com transfer até a porta, alimentação durante oito horas de evento e shows particulares. Entre as atrações já confirmadas estão Valesca, Nego do Borel e grupo Revelação. Pela primeira vez, o espaço também terá duas representantes. A atriz Viviane Araújo e a cantora Iza foram escolhidas rainha e musa, respectivamente. O espaço de Quem e O Globo funcionará nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro, durante os desfiles dos grupos de Acesso e Especial, e no dia 17, para o Desfile das Campeãs. 46 18 de dezembro de 2017 - jornal propmark

eyond the line Akenovko/iStock Promessas Nesse espírito de fim de ano, bate também aquele desejo de fazer promessas Alexis Thuller PAgliArini No meu artigo anterior (Querido Papai Noel...), aqui neste espaço, fiz meus pedidos de Natal ao Papai Noel. Foram tantos que nosso bom velhinho deve estar quebrando a cabeça até agora. Bem, nesse espírito de fim de ano, bate também aquele desejo de fazer promessas para o ano seguinte. E eu vou entrar nessa onda. Antes de mais nada, vou pular a parte de perder a barriga. Todo ano a gente promete (pelo menos eu) emagrecer, fazer mais esporte, beber menos... Mas aí, logo no início do ano, vem o verão e com ele aquela sede... Fica difícil cumprir a promessa de ficar só em poucas cervejinhas. Então, já desencanei. Já aceito uma barriga mais saliente como parte do meu shape. Mas vamos então às promessas mais relevantes. Promessa número 1: não me irritar com as críticas à propaganda “tradicional”. Essa vai ser difícil de cumprir. Como represento a Federação das Agências de Propaganda, sou um verdadeiro arroz de festa de eventos do setor. E quase sempre me irrita um posicionamento mais radical de uns moderninhos, apregoando o fim da propaganda dita “tradicional”. Não sou saudosista e estou longe de resistir aos avanços em qualquer área da nossa atividade, mas também não aceito posições simplistas quanto ao fim disso ou daquilo. Quando surgiu a televisão, “mataram” o cinema. Ele se reinventou e está aí, firme e forte. Agora, todo mundo quer matar a televisão, o rádio, a mídia impressa e tudo aquilo que não é web-based. O tempo passa e a gente percebe que aquilo que era apresentado como a cura de todos os males da comunicação, agora está sendo questionado. E nota que os “tradicionais” estão menos tradicionais, se adequando aos novos tempos, de onipresença da internet. Então, calma lá! Não me venha matar ninguém antes da hora! Pronto! Olha eu me irritando aí... Mas ainda não é o ano novo, então, posso. Promessa número 2: engajar-me de verdade aos movimentos humanistas. Temos sido expostos o tempo todo a manifestações de defesa de direitos equânimes de todos os estratos da sociedade, sejam eles representantes de minorias ou de mulheres ou de outros gêneros. O último ao qual acabei exposto foi à pesquisa do Grupo de Planejamento de São Paulo escancarando o problema do assédio moral e sexual. A gente se sensibiliza, mas, no dia seguinte, continua convivendo com essas aberrações sem uma ação mais contundente. Mais do que tomar conhecimento e criticar, é preciso um engajamento ativo e é essa minha promessa. Promessa número 3: ter mais encontros presenciais. Essa facilidade de comunicação por intermédio de alguns cliques no smartphone tem um efeito colateral perverso: a falta de olho no olho e de diálogos mais profundos e produtivos. Neste ano de 2017, eu até tentei me programar para agendar encontros com provedores de ferramentas inovadoras da nossa área para conhecer melhor suas soluções. Eu realmente tentei, mas é preciso insistir porque os potenciais interlocutores também precisam ser convencidos a sair da sua zona de conforto digital. A minha presença constante em eventos minimiza esse distanciamento físico, mas dá para promover uma aproximação ainda mais rica. Promessa número 4 (e última): estimular mais parcerias e colaboração. Estamos em plena era da sharing economy. Está provada a força do compartilhamento, da colaboração e da parceria. Sinto que precisamos estar abertos cada vez mais a soluções nesse sentido. Devemos nos perguntar todos os dias: quem pode nos ajudar a potencializar uma ação ou a resolver um problema? Às vezes, ficamos rodando em círculos, procurando uma solução que pode estar numa parceria. Da minha parte, prometo colocar nas equações de 2018 as variáveis parceria e compartilhamento. Muito bem, aí estão quatro das minhas promessas. Tenho certeza de que o cumprimento (ou não) delas ainda renderá bons artigos em 2018. E você? Já pensou nas suas? Alexis Thuller Pagliarini é superintendente da Fenapro (Federação Nacional de Agências de Propaganda) alexis@fenapro.org.br jornal propmark - 18 de dezembro de 2017 47

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