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edição de 16 de abril de 2018

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mercAdO cado tem

mercAdO cado tem crescido a taxas muito altas, uma média de 9% ao ano nos últimos dez anos. Isso não pode ser ignorado. O que ocorre é uma falta de conhecimento em relação a esse crescimento, que é pujante e global. O Vale do Silício não está do lado de Hollywood por acaso. A forma de se empreender no mercado de tecnologia é muito semelhante aquilo que é feito na economia criativa do audiovisual. Divulgação inOvAçãO O nosso objetivo com o Fundo Setorial do Audiovisual agora é ter um olhar de investimento mais forte na infraestrutura tecnológica, algo que já era feito, que atualmente a gente acelera em outras áreas, como pós- -produção, efeitos especiais, realidade aumentada e virtual, além do mercado de games e de animação. Pensando nisso, a gente traz o investidor privado porque ele já está olhando para isso. Há grande inovação tecnológica para se difundir, produzir e finalizar. Ela pode surgir em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil, que tem uma base muito boa. É lógico que empreender aqui é muito difícil, o que nós queremos é dar um olhar mais efetivo para isso e dialogar com o investidor de tecnologia. futurO O Brasil é uma potência na internet. Somos o segundo país do mundo em inscritos e views no YouTube. É um dos três maiores assinantes do Netflix, o segundo youtuber com mais inscritos é brasileiro. O terceiro canal de música do mundo do YouTube é do KondZilla. Temos a capacidade de fazer nossa cultura se espalhar. Tomara que ainda dentro da minha gestão como presidente da Ancine, até 2021, a gente consiga cumprir esse objetivo de ter um filme no Oscar, como foi Cidade de Deus lá atrás. Nós queremos ter essa relevância, uma vez que no mercado internacional, com os filmes de cinema de autor, a política da Ancine está conseguindo colocar os brasileiros de uma maneira relevante. Agora a questão é mudar de patamar em termos de valor de produção das obras, daí a gente consegue trabalhar diversidade de gênero nos conteúdos mais complexos, como thrillers policiais, de ação e ficção científica, que demandam um valor de produção maior. Com quatro meses à frente da presidência da Ancine, Christian de Castro quer acabar com a burocracia que freia o interesse privado 16 16 de abril de 2018 - jornal propmark

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