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edição de 16 de abril de 2018

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marca Havaianas é a

marca Havaianas é a única genuinamente nacional que está entre as dez mais bem pontuadas do país no recorte brasileiro da pesquisa The most influential brands, feita pela Ipsos. O Google ocupa a primeira posição do ranking, seguida de mais cinco empresas de tecnologia, respectivamente Facebook, Samsung, Microsoft, YouTube e Netflix. A sétima colocada é a Nestlé, do setor de alimentos, assim como a décima, a Danone. Em oitavo, está a MasterCard e em nono a Havaianas. Do acordar ao adormecer, as pessoas são expostas a pelo menos cinco mil marcas diariamente. Até dormindo o processo permanece. Segundo o instituto Ipsos, as sinapses ativam decisões sobre as marcas com maior aderência nos indivíduos. A pesquisa contempla 57 itens com o objetivo de mensurar como as marcas impactam as pessoas, principalmente a sua rotina como consumidores. Os pontos- -chaves são: liderança & inovação; confiança; presença e responsabilidade social. “Em um contexto político instável e com a economia em estágios iniciais de recuperação, confiança adquire ainda mais relevância, crescendo pelo segundo ano consecutivo. Com isso, aproxima-se do principal driver de influência, liderança e inovação”, ponderou Marcos Calliari, CEO da Ipsos no mercado brasileiro. O trabalho de campo teve início no último dia 22 de janeiro e foi finalizado em 2 de fevereiro. Foram ouvidas mil pessoas em um painel na internet. “Influência é um poder intangível que faz as marcas provocarem mudanças em comportamentos, ações ou opiniões. As marcas mais influentes são importantes porque os consumercado Havaianas está no Top 10 de marcas mais influentes da Ipsos no Brasil Google ocupa a primeira posição de ranking dominado por empresas de tecnologia no recorte para o país da pesquisa The most influential brands Paulo macedo A Havaianas adquiriu status internacional e é a única marca brasileira listada na pesquisa de reputação conduzida pelo instituto Ipsos midores se identificam com elas e estabelecem uma relação emocional. Elas não poderiam imaginar sua vida sem elas”, afirmou Calliari. O executivo da Ipsos acrescentou: “A influência, muitas vezes, não é racionalmente percebida pelas pessoas: ela apenas faz parte da maneira como elas se relacionam com o mundo - desde um produto de consumo a uma nova maneira de consumir, cada escolha feita é fruto da influência de algo ou alguém”. Para apresentar o estudo que destaca os principais drivers para gerar influência nas decisões de compra, a Ipsos reuniu profissionais do mercado para um debate realizado em São Paulo, na semana passada. Participaram Hugo Rodrigues, CEO e chairman da WMcCann; Conrado Leister, diretor-geral do Facebook “A culturA internA de umA mArcA precisA se refletir nA sociedAde. não bAstA exibir um power point pArA explicAr suA essênciA” Divulgação Brasil; Fernando Chacon, diretor-executivo de marketing, comunicação corporativa e relações institucionais do Itaú; e Adriana Gomes, head de marketing do Uber, com moderação de Calliari. “Antes as marcas falavam o que queriam, mas hoje não basta expor seus posicionamentos; elas precisam ter propósito. A cultura interna de uma marca precisa se refletir na sociedade. Não basta exibir um power point para explicar sua essência”, ponderou Adriana. “O consumidor quer ser mimado e, por esta razão, as marcas precisam correr atrás”, afirmou Rodrigues. “Há a necessidade de construção de diálogo na era do empoderamento das pessoas”, recomendou Chacon. “O momento é disruptivo e as marcas precisam agir rápido para gerar engajamento”, finalizou Leister. 12 16 de abril de 2018 - jornal propmark

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