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edição de 13 de agosto de 2018

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prêmios Festa celebra

prêmios Festa celebra 50 anos do Colunistas em noite de consagração do mercado Entre agências, profissionais, veículos de comunicação e anunciantes, os vencedores subirão ao palco nesta segunda (13), na Limelight, em SP Meio século. Provavelmente, nem mesmo os três criadores do Prêmio Colunistas, em 1967, imaginavam que o concurso chegaria tão longe, mantendo o seu caráter inovador como uma das principais premiações do mercado publicitário nos últimos 50 anos e como, nenhuma outra, com tanto registro para contar o que se tem feito de importante no marketing do país. Nesta segunda (13), será comemorado o cinquentenário do Colunistas em noite de entrega de diplomas aos vencedores de 2017, em São Paulo e no Brasil. A festa será realizada na Limelight, na Vila Olímpia, em São Paulo. O conceito do evento faz uma espécie de linha do tempo, remetendo para a época da máquina de escrever, até os dias de hoje: “Em 50 anos, muita coisa mudou na comunicação. Mas no Colunistas, há 50 anos, a melhor ideia sempre vence”. A ideia de se criar o Colunistas partiu de três jornalistas especializados em propaganda, que mantinham colunas em jornais de São Paulo (Armando Ferrentini, Diário Popular; Cicero Silveira, Diário da Noite, Diário de S.Paulo e mais tarde Shopping News; e Eloy Simões, nos jornais A Gazeta e a Gazeta Esportiva), que intuíram a importância de uma premiação como essa, para valorizar profissionais e agências de publicidade, além de enaltecer os anunciantes em busca de uma comunicação comercial de alto nível criativo. “O Colunistas veio, viu e venceu. Criou e registrou história. Espalhou-se aos poucos por todo o país, através de suas regionais. Estimulou os jovens a se interessar sempre mais pela atividade. Colaborou para estimular a participação do Brasil em certames publicitários internacionais, sobressaindo nesse quesito o hoje consagrado Cannes Lions. Atrevo-me a dizer que também colaborou para melhorar o nível da comunicação publicitária brasileira, divulgando e estimulando referências para o setor, através dos trabalhos premiados e sempre divulgados pelas colunas dos seus criadores”, avalia Ferrentini, hoje presidente da Editora Referência (que publica o PROPMARK). Como está o Prêmio Colunistas de hoje? “O Colunistas está consolidado. Porém, obediente ao seu foco de sempre premiar os melhores de cada ano, deverá manter- -se atento às transformações do mercado, aos novos formatos, ao mundo digital, aos novos espaços e tempos que serão sem dúvida criados para abrigar a comunicação Fotos Divulgação “O Colunistas veio, viu e venceu. Criou e registrou história. Espalhou-se aos poucos por todo o país, através de suas regionais” Os criadores do Colunistas, em 1967: Armando Ferrentini, Eloy Simões e Cicero Silveira (na frente) publicitária. A história dos 50 anos do Colunistas registra um acentuado dinamismo, uma constante transformação. Isso deve continuar”, completa Ferrentini. Uma das principais características do Prêmio Colunistas é o fato de que o júri é formado, em sua maioria, por jornalistas especializados. “Meu primeiro júri no Colunistas foi em 1979. Ou seja, este ano, completo 39 anos como jurado. Veja só! Mais antigos que eu, na atividade ainda como jurado, só o Armando Ferrentini e o Fernando Vasconcelos (que começou em 1977)”, conta Marcio Ehrlich, fundador do site Janela Publicitária e responsável pela coordenação nacional do Colunistas. Para ele, o Colunistas escreveu a história da propaganda brasileira. “Acho que isso define a premiação. Nenhuma outra tem tanto registro para contar o que se tem feito de importante no mercado da comunicação de marketing do país. O Colunistas é o grande prêmio verdadeiramente nacional. Muita gente ganha o seu primeiro prêmio como um Colunistas. Isso tem muito valor”, destaca Ehrlich. Segundo ele, sua preocupação é manter a premiação atualizada com cada nova ferramenta de comunicação que surja para levar a mensagem de uma empresa ou instituição a seus públicos. “E, assim, podermos continuar registrando para a história o que de melhor se criar de norte a sul do Brasil”. colunismo O consultor Jomar Pereira da Silva conta que começou no colunismo catando milho numa Olivetti e agora escreve num Galaxy Note 8. Ele fala que o Colunistas é um presente. “Aprendi muito com meus colegas ao longo da jornada, começando com Armando Ferrentini, Eloy Simões, Fernando Reis e eu no Última Hora e depois no Globo. Registrando os acontecimentos do mercado publicitário, tive oportunidade privilegiada de conhecer pessoas especiais que ainda fazem parte da minha vida. Colunistas foi para mim um presente. Precioso presente”, ressalta. A jornalista Sílvia Dias relata que é colunista há 43 anos e coordenou o Colunistas Paraná de 1976 a 2017. “No caso do mercado paranaense, o Colunistas é importante não só pelo reconhecimento e pela valorização dos profissionais que atuaram e atuam aqui. Mas, 16 13 de agosto de 2018 - jornal propmark

principalmente, pela revelação e projeção de talentos locais que fazem sucesso no cenário regional, nacional e internacional. O prêmio foi o propulsor da carreira de muita gente maravilhosa e talentosa. Acredito que a mesma coisa deve ter ocorrido nos outros mercados regionais. Para mim, esse é o aspecto mais importante do prêmio nesses 50 anos”, afirma Sílvia. Sobre o futuro, ela aposta: “Quanto ao futuro, o Colunistas é uma premiação sempre em evolução, que se atualiza e se amolda de acordo com as mudanças no mercado da comunicação. Por isso, independentemente do modelo adotado, o prêmio tem condições de existir pelo menos por mais 50 anos. São os meus votos”. O consultor Nelson Cadena, que mora em Salvador, conta que é colunista publicitário desde 1980 e participou do Prêmio Colunistas na Bahia, pela primeira vez, em 1981. “E em 1992 tive a felicidade de escrever um livro resgatando os primeiros 25 anos da premiação e relacionando todos os prêmios distribuídos até a data, com suas respectivas fichas técnicas”, conta Cadena. Ele destaca que o Colunistas revelou agências, talentos e impulsionou várias carreiras, e para os mercados regionais, pela abrangência de categorias de mercado e áreas de mídia e de promo, o prêmio teve e tem uma importância muito maior. “Os mercados regionais, por razões que não cabe explicar aqui, não são competitivos para ter uma boa participação no Anuário do CCSP e outras premiações, como Profissionais do Ano, Prêmio Abril, Prêmio Central de Outdoor, que atendem apenas uma área de mídia específica. O Colunistas, pelo contrário, mais abrangente, tem sido para os mercados regionais quase que uma oportunidade única de mostrar a sua produção criativa”, reforça Cadena. O consultor fala que o Colunistas deve seguir o modelo de premiação do Festival de Cannes, implantado desde 2013, que tem tido Cíntia Gonçalves, Filipe Bartholomeu e Luiz Sanches “o Colunistas é uma premiação sempre em evolução, que se atualiza e se amolda de acordo com as mudanças no mercado da comunicação” uma boa aceitação das agências. “A mudança de critérios para a escolha das Agências do Ano foi a grande virada que contribuiu para a renovação do prêmio. O critério de maior número de pontos é mais aceitável que o critério anterior, subjetivo, que prevaleceu durante 45 anos”, finaliza. vencedores Nesta segunda, serão entregues os diplomas aos vencedorers do Prêmio Colunistas São Paulo 2017 e do Prêmio Colunistas Brasil 2017. A AlmapBBDO foi a grande vencedora, com vários prêmios - além de ser a Agência do Ano tanto no Colunistas São Paulo como no Colunistas Brasil, também ganhou outros GPs. Diversas outras agências também serão premiadas. Na premiação nacional, a Almap somou 94 pontos. Em segundo e terceiro ficaram Ogilvy (44 pontos) e DM9DDB (40 pontos). A Almap também ganhou o GP de Branded Content com Nosferatu, criado para a Getty Images, e o GP de Mídia Exterior, com Made of Brazilian Summer, para Havaianas/Alpargatas. O GP de Filme foi para Todo bebê é um bebê Johnson’s, criado pela DM9DDB para J&J. Já Luiz Sanches, sócio e diretor-geral de criação da Almap, foi escolhido o Publicitário do Ano da premiação nacional, e Keka Morelle, diretora de criação da agência, é a Profissional de Propaganda. Os outros GPs ficaram com a Ampfy, que recebeu o GP de Digital com Audio Makeup, para Maybelline NY; o GP de Promo e Live Marketing foi para a Ogilvy, com A voz da Arte, para IBM; e o GP de RP foi conquistado pela DM9, com Kiss the Kremlin, para Ssex Bbox. O Estadão foi eleito o Veículo Impressso do Ano e a Globo News o Veículo Eletrônico, enquanto a Alpargatas, cliente da Almap, ganhou como Anunciante do Ano. “Sermos reconhecidos como Agência do Ano e com dois GPs em categorias diferentes, como Mídia e Branded Content, demonstra a consistência do trabalho da AlmapBBDO. Somado a isso, ver um cliente e parceiro de longa data, como Alpargatas, eleito Anunciante do Ano, só aumenta o nosso orgulho. A escolha da Keka como Profissional do Ano e a minha, como Publicitário do Ano, só reforça a nossa vontade de fazer mais dentro da propaganda. Estamos muito felizes com os resultados”, ressalta Luiz Sanches, sócio e diretor-geral de criação da AlmapBBDO, que lidera a agência ao lado de Cíntia Gonçalves, sócia e diretora-geral de planejamento, e Filipe Bartholomeu, managing director. Nosferatu, criado pela AlmapBBDO, ganhou o GP de Branded Content O GP de Filme foi para Todo bebê é um bebê Johnson’s, desenvolvido pela DM9DDB para J&J jornal propmark - 13 de agosto de 2018 17

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