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edição de 12 de fevereiro de 2018

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HomEnagEns O Esfe teve

HomEnagEns O Esfe teve como tema principal Pensar Global, Agir Local, uma forma de demonstrar que o Brasil tem condições de organizar eventos internacionais de grande porte, mas com a capacidade única de quem sabe fazer negócios sob o cenário de crise. O slogan deu nome a um dos dois debates do evento. O outro foi M.I.C.E - Na Mosca, em que executivos do setor discorreram somErcado Eventos e feiras corporativas miram na personalização Encontro do setor mostra tendências para o futuro e homenageia profissionais que se destacaram no ano passado, como Celio Ashcar Jr. Felipe Turlão especial para o propMArK Os principais executivos do segmento de feiras e eventos corporativos se reuniram em São Paulo na semana passada para o Encontro do Setor de Feiras e Eventos (Esfe), que chegou à sua 13ª edição. Os debates se deram em torno de uma projeção positiva de crescimento, após anos em que, para se adaptar à crise, os eventos precisaram reduzir custos. “Este é um ano de retomada da economia e já sentimos nos primeiros meses as empresas investindo mais na participação de feiras e realizando os seus eventos. Projetamos que o mercado de São Paulo, que é o grande hub de feiras da América Latina, tenha crescimento de 5%, atingindo R$ 18 bilhões ao fim de 2018”, afirma Otavio Neto, CEO do Grupo Radar&TV, idealizador do Esfe. O executivo atesta que, entre 2015 e 2016, muitos eventos reduziram a quantidade de dias, ou o número de participantes, que caiu cerca de 30% segundo sua estimativa. “O mercado não parou, apenas se acomodou sob novas bases para poder se impulsionar agora”, analisa. O período de dificuldades econômicas e políticas no país, em que grandes eventos internacionais também atraíram parte importante da verba de marketing das empresas, deixou lições que passam a ser aplicadas nessa nova era de crescimento do setor. “A grande tendência do mercado de feiras e eventos é o uso da tecnologia para ampliar a mensagem dos eventos, além da participação de influenciadores digitais. A experiência física vai ganhar mais o reforço da experiência no mundo online”, aposta Celio Ashcar Junior, presidente da Ampro (Associação Brasileira de Marketing Promocional) e sócio da AktuellMix. “Também teremos um mercado mais profissional em termos de gestão e planejamento”, avalia. Presidente-executivo da São Paulo Convention & Visitors Bureau, Toni Sandro também acredita na força das plataformas digitais para melhorar a experiência dos eventos. “O grande desafio da cidade, agora, é transformar viajantes em visitantes nas quatro áreas de eventos: Berrini, Paulista, Zona Norte e Ibirapuera. O digital ajuda os eventos a promoverem o melhor de cada região para seus visitantes”, diz. A tecnologia não se reflete apenas em formas de gerar engajamento digital com o público que não está no evento, mas tam- Otavio Neto entrega troféu a Celio Ashcar Junior, que acredita que a tendência do setor é o uso da tecnologia bém em novidades que aumentam a interação na própria feira. “Há muitas startups criando soluções de aplicativos a holografia, para atender a um público novo que não gosta mais do formato clássico de palestra e plateia. Eles desejam interação e compartilhamento de experiências, com espaços mais dinâmicos”, explica Igor Tobias, diretor de eventos corporativos da MCI Brasil, uma das empresas líderes do setor e produtora da Campus Party. “O participante não quer mais apenas receber informações, mas ser protagonista e escolher o que deseja ouvir, de forma personalizada”, reforça. O poder, portanto, saiu da mão do organizador e agora está com as pessoas. Fotos: Alê Oliveira “EstE é um ano dE rEtomada da Economia E já sEntimos nos primEiros mEsEs as EmprEsas invEstindo mais na participação dE fEiras E na rEalização dE EvEntos” 10 12 de fevereiro de 2018 - jornal propmark

e os desafios para os próximos anos, sem contar uma série de showcases, em que executivos apresentaram suas empresas. Diversos profissionais foram homenageados pelo Esfe. Um exemplo é Célia Pompeia, vice-presidente executiva do Grupo Doria. “Foi muito bom estar aqui e o evento foi interessante. Encontrei pessoas com quem já havia trabalhado, como Angelo Derenze (Shopping D&D). Existe uma exposição, presença de fornecedores, workshops espalhados e relacionamento muito grande. O Esfe consegue, de fato, movimentar o setor de feiras e exposição”, afirma Célia. A executiva demonstrou otimismo sobre o futuro. “O evento se tornou parte fundamental da comunicação da empresa. Não se pode só vender na TV ou rede social. Hoje, para poder fazer alguma coisa, o evento é fundamental, pois dá a oportunidade de demonstrar seu produto para um público formador de opinião, através de conteúdo”, explica. Além dela, também receberam troféus de homenagem Celio Ashcar Junior, Angelo Darenze, Toni Sando, Ana Luisa Diniz Cintra (Centro de Convenções Rebouças) Gabriela Baugmart (Cidade Center Norte), Guilherme Paulus (GJP Hotels & Resorts), José Roberto Maluf (Spring), Cesar Tsukuda (Beauty Fair), Damien Timpério (São Paulo Expo), Marcelo Checon (MChecon), Paulo Mancio (AccorHotels), Paulo Ventura (Expo Center Norte), Rosangela Gonçalves (Hotel Transamérica), Valter Patriani (CVC) e Wilson Ferreira Jr. (Etna e Ampro). Célia Pompeia, uma das homenageadas: “O Esfe consegue movimentar o setor de feiras e exposição” jornal propmark - 12 de fevereiro de 2018 11

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