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edição de 11 de setembro de 2017

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mercado Para Santoro, da

mercado Para Santoro, da Africa, será atraente se gerar valor “invEstidorEs dEvEm tEr Em conta quE a publicidadE é uma atividadE dE barriga no balcão. dE invEstimEnto E gEstão diários” Carol, da Isobar: “Publicidade estimula a concorrência” Fotos: Divulgação Fadiga, da Artplan: “Mindset de reinvenção permanente” ro. E isso exige bastante dedicação. Essa profissão é feita para quem trabalha com paixão, pois sem propósito você só verá os problemas dos anunciantes. O mercado nunca esteve tão interessante e energizado. Quem é publicitário de verdade deve estar amando”, pondera Reis. No Brasil, apesar dos problemas estruturais da economia, a publicidade prossegue como elemento potencializador de negócios. Essa é a opinião de Marcio Santoro, co-CEO da Africa. “Sempre será um negócio atraente enquanto gerar valor de marca e venda para os clientes. As agências de propaganda têm o DNA e a expertise para fazer isso, como vêm fazendo há anos, é isso que torna nossa indústria uma das mais reconhecidas e premiadas em todo o mundo. Em poucas atividades mercadológicas o Brasil é tão reconhecido mundialmente como a publicidade”, argumenta Santoro. O executivo João Dabbur, head de mídia da J. Walter Thompson, recomenda um olhar pragmático para as mudanças. “A publicidade é outro negócio. Foi um negócio de estrutura quase fabril, baseado em escala e mudou para algo adaptado à necessidade de cada cliente. Ainda tem um elemento de escala, mas ele tem perdido espaço para a solução de problemas mais específicos. Para quem conseguiu ou está conseguindo fazer essa adaptação corretamente, sim, é um bom negócio”. “Publicidade boa sim. Publicidade ruim é cara e não vale mais a pena”, resumem Diego Machado e Hugo Veiga, diretores executivos de criação da AKQA, falando sobre a efetividade da publicidade como negócio. “E vai piorar. Será cada vez mais caro enfiar sua marca na frente dos olhos do consumidor. Por outro lado, é cada vez mais barato produzir conteúdos de qualidade e espalhá-los organicamente. Além disso, é cada vez mais barato aplicar tecnologia e digitalizar seus produtos”, acrescentam. Para o Grupo Artplan, que acaba de anunciar a Pullse no seu portfólio de marcas, o que não não pode é a agência ter o sentimento de ser apenas uma agência de propaganda. “Se já não sentiram diminuição de seus negócios, vão sentir em muito breve. Mesmo para as agências que reviram seus modelos, entregas e estruturas, certamente sentem uma enorme perda de rentabilidade, pelas razões que todos conhecemos. Mas é do jogo, precisamos ter um mindset de reinvenção permanente. A propaganda ainda é um bom negócio, tanto para o anunciante, que faz riquezas através dela, como para a agência, apesar da inevitável diminuição de margem”, destaca Antonio Fadiga, diretor-executivo da Artplan, em São Paulo. O grupo PPG, do empresário Fernando Barros, vem investindo em novos negócios, como a Menta, comandada pelo CEO Flavio Casarotti. Ele acredita que a publicidade com base em ideias tem a capacidade de provocar o ambiente empresarial. Mas vê que há um novo horizonte para as agências percorrerem. “É uma receita antiga: quanto mais adequada e persuasiva for a ideia, mais encantadora ela é, e menos dinheiro as marcas gastam para ter resultados. Aí entram criatividade, técnica e tecnologia. Resultados ainda podem vir com um caminhão de dinheiro em mídia, em GRP ou views, mas, se a ideia não for bacana, corre o risco de você se tornar só um chato repetitivo.” Para Alexandre de Gama, CEO e CCO da Neogama, é preciso levar em conta que a publicidade não é mais o mesmo negócio de antes. “Existe um novo modelo de negócio na comunicação que não é exatamente o que se chamava de publicidade e que deve ser cada vez menos parecido com ela. O que é exatamente então? Cada um que invente o seu. Estou inventando o meu”, afirma. Casarotti, da Menta, incentiva boas ideias contra chatice 12 11 de setembro de 2017 - jornal propmark

SEMANA INSPIRAÇÃO, CAPACITAÇÃO, RELACIONAMENTO E MENTORIA A Semana Pró-PME vai auxiliar o empreendedor a se preparar melhor para chegar lá. Entre os dias 23 e 28 de outubro, o Estadão PME publicará reportagens especiais com informações e dicas para pequenos e médios empresários. E entre os dias 26 e 28 de outubro será realizado o Encontro Pró-PME, evento que reunirá grandes empresários para compartilhar suas histórias de sucesso, apresentar conteúdo sobre marketing, vendas, finanças, gestão de negócios e inovação. PALESTRAS Grandes nomes do empreendedorismo contarão suas trajetórias de sucesso BUSINESS GAMES Jogos para treinamento de gestão de empresas ENCONTRO COM CEO´s Bate-papo com empreendedores renomados, que compartilharão suas experiências PALESTRANTES CONFIRMADOS Cleusa Silva Fundadora da Sodiê Doces Diego Reedberg Co-fundador do Catarse Facundo Guerra Fundador do Grupo Vegas Jayme Garfinkel Fundador da Porto Seguro Juliana Motter Fundadora da Maria Brigadeiro Lindolfo Martin Fundador da Multicoisas Lucas Foster Fundador e diretor executivo da ProjectHub Luis Justo CEO do Rock in Rio Marcelo Nakagawa Professor de Empreendedorismo e Inovação do Insper Maure Pessanha Diretora-executiva da Artemisia Pedro Chiamulera fundador da ClearSale Pedro Herz Dono da Livraria Cultura Ricardo Mastroti Co-fundador da Bemtevi Samir Iásbeck fundador do Qrânio Sergio Risola Diretor-executivo da Cietec 26, 27 E 28 DE OUTUBRO SÃO PAULO - SP SAIBA MAIS: PME.ESTADAO.COM.BR PARA INFORMAÇÕES SOBRE PATROCÍNIO, CONSULTE NOSSA EQUIPE COMERCIAL. Patrocínio: Realização:

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