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edição de 10 de setembro de 2018

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agêncIas Leo Burnett

agêncIas Leo Burnett Tailor Made une BI ao setor de planejamento estratégico Antes na mídia, ideia é garantir visão integrada para se posicionar como problem hunters e não mais como problem solvers dos seus clientes Daniel Dante, Anne Moraes, Tiago Lara, Marlene Bregman, Camila Lima e Gustavo Zilles: novo time de planejamento estratégico com BI PAULO MACEDO Melhorar processos é uma evolução nas entregas integradas, principalmente para concorrências. A expressão é do executivo Tiago Lara, a partir de agora vice-presidente de data e estratégia da Leo Burnett Tailor Made. É resultado da incorporação do setor de Business Intelligence com o planejamento. Novos profissionais foram contratados e outros receberam treinamento para o desafio que é expandir o escopo para além do agrupamento de informações com análises de categorias, metodologias proprietárias de correlação para dados, integração de áreas e fornecedores e, principalmente, desenho de plataformas de trabalho guiadas por um pensamento de channel mapping e KPIs mensuráveis, como detalha Lara. Antes na estrututra da mídia, o BI, junto com o planejamento estratégico, ganha perfil provocador. As executivas Anne Moraes e Camila Lima são as novas diretoras de estratégia; Daniel Dante foi promovido à posição de diretor de data strategy. O núcleo tem como consultora Marlene Bregman. “Eles foram contratados e/ ou treinados como analistas e estrategistas e não coletores de dados, dessa forma seu trabalho principal é fomentar e alimentar as discussões. Na prática, esse trabalho é um meio e não um fim. Por isso, mais do que o currículo, o perfil pessoal era tão importante”, argumenta Lara. “Mais que repensar um departamento, precisávamos criar uma nova cultura, com isso o grande desafio deste redesenho da área passava por criar uma cultura transgressora e nevral, cujo papel principal era fazer perguntas que trouxessem novas respostas e nos ajudassem a fomentar áreas e transformar projetos, assumindo que estratégia sozinha não causa revoluções, é preciso que seja ativável. Desta forma, os estrategistas estarão sempre colados em outros profissionais, não mais trabalhando de forma isolada. Estarão ora com criativos, com o time de conteúdo, com o núcleo de pesquisa, negócios etc.”, acrescentou. O modo tradicional de executar planejamento vai prosseguir, mas a partir de agora com análises de outras categorias de produtos, uso de metodologias proprietárias para depuração de dados e guiadas por um pensamento de channel mapping e KPIs mensuráveis, como detalha Lara. Ele acrescenta: “O planejamento tradicional, que organiza e gerencia a comunicação, dá espaço a uma área mais ácida e provocadora que busca dar sentido, razão, base “ElEs foram contratados E/ou trEinados como analistas E EstratEgistas E não mais colEtorEs E gEstorEs dE informação” Divulgação e justificativa tudo. Num cenário de consultorias, parceiros de inteligência e empresas de tendência, nosso diferencial é ter uma visão estratégica e integradora. Ser problem hunters e não apenas problem solvers. Se não formos incômodos, entendo que não temos papel”. InspIração O modelo tende a aproximar a agência dos seus clientes porque pode transcender o universo restritivo da comunicação. Lara diz mais: “Nos inspiramos nas áreas de CMI das empresas que funcionam como núcleos de inteligência; agregando, analisando e integrando inteligência a favor das demais áreas e negócios da companhia. E foi isso que começamos a fazer quando toda a atuação do BI foi incorporada pelo planejamento”, ele finaliza. 12 10 de setembro de 2018 - jornal propmark

É a novidade mais antiga do Brasil: aconteceu em 1822 e muita gente só está sabendo agora. 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil. Não importa se o fato aconteceu exatamente como retratado no famoso quadro de Pedro Américo. Pode não ter sido tão pomposo, mas foi nesse dia, há 196 anos, que a nossa independência foi anunciada a todos, às margens do Ipiranga. Independência ou morte. Estávamos oficialmente declarando ao mundo que não pertencíamos a mais ninguém. Independentes. Um dia inesquecível. Histórico. Tão importante quanto o dia 7 foi o dia 2 de setembro. Nesse dia, no mesmo ano de 1822, a Princesa Leopoldina assinava a Independência do Brasil. Sim, foi ela quem assinou o documento que nos separou definitivamente de Portugal. Sim, uma mulher, austríaca, corajosa e, acima de tudo, apaixonada pelo nosso país. Foi ela quem, como princesa regente, comandou o país interinamente quando Dom Pedro I estava em viagem. Foi ela quem, ao receber um ultimato vindo de Portugal, reuniu José Bonifácio e os outros ministros para tomar essa decisão. Foi ela a primeira líder do Brasil independente. Cinco dias depois, uma mensagem dela chegou a Dom Pedro I, e ele então proclamou nossa independência. No dia 2 de setembro, lançamos o movimento #foiela com o objetivo de fazer mais brasileiras e brasileiros saberem desse importante fato. Mesmo depois de muitos livros publicados, muita informação na internet e até uma novela, a grande maioria da população ainda desconhece essa história. Isso não pode continuar assim. Nossa independência não pode ser contada sem o nome Leopoldina. Queremos que esse fato seja valorizado e ensinado corretamente em todas as escolas. O dia 2 de setembro tem de passar a fazer parte da história. Infelizmente, também no dia 2 de setembro, o lugar onde foi assinada nossa independência pela princesa – o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, o antigo Palácio de São Cristóvão – foi destruído por um lamentável incêndio. Coincidência trágica em um dia que deveria ser de celebração. Precisamos aprender a conhecer, preservar e valorizar nossa história. Sempre e de todas as formas. Que tal começar por reconhecer essa inestimável contribuição da Princesa Leopoldina? Passe essa história adiante, informe-se sobre ela, questione como e por que ela permanece há tantos anos quase desconhecida. Comemore nossa independência. Mas sem esquecer que foi a Princesa Leopoldina que ajudou a tornar essa data possível. apoio:

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