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edição de 1º de fevereiro de 2016

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NÃO, ESSE TAXI NÃO

NÃO, ESSE TAXI NÃO ESTÁ MAIS LIVRE. Easy Taxi. A nova conta da DM9DDB. Sejam bem-vindos. Paulo Queiroz / Presidente 55 11 3054.9390 pqueiroz@dm9ddb.com.br Alcir Gomes Leite / Presidente 55 11 3054.9699 aleite@dm9ddb.com.br Marcelo Passos / VP de Atendimento 55 11 3054.9610 marcelo.passos@dm9ddb.com.br dm9ddb.com.br facebook.com/dm9ddb twitter.com/dm9ddb youtube.com/agenciadm9ddb UMA AGÊNCIA DE ALTA PERFORMANCE

editorial Armando Ferrentini aferrentini@editorareferencia.com.br Mais cimento e menos vento Com o Carnaval ocorrendo mais cedo este ano e o governo federal dando sinais de que começa a entender que deve ser protagonista na recuperação econômica do país, a esperança de melhores momentos para todos os brasileiros tende a se tornar realidade brevemente. Já se nota um ainda pequeno movimento nesse sentido, muito mais por parte da iniciativa privada, que vem percebendo de há muito a importância de sair do desânimo ao qual foi jogada, por toda a história recente que já conhecemos. É inegável, porém, que nos últimos dias a presidente Dilma Rousseff tem procurado ser menos raivosa e mais serena, ouvindo e dando voz a quem vive mais de perto a realidade do país e consegue trazer luzes a quem cabe decidir. Neste seu novo momento de governar, algumas atitudes ressaltam como reveladoras de mudanças e aqui podemos citar pelo menos duas que lhe proporcionarão tornar mais leve sua missão – o que beneficiaria por consequência a população brasileira – caso delas não desista tão cedo. A primeira é ouvir e até mesmo receber menos os conselhos do seu criador político Lula da Silva, a quem talvez interesse impedir que se habitue a acertar. Outro comportamento que se nota na presidente de uns tempos para cá é ter deixado em segundo plano a atuação pessoal do marqueteiro político João Santana nas suas decisões. Santana é reconhecidamente competente naquilo que faz do ponto de vista profissional, mas o país precisa primeiro reconstituir-se para depois valer-se do ferramental do marketing político, que tem se mostrado mais enganoso do que poderia ter de verdadeiro, atuando em prol de governos e candidatos no Brasil. E é justamente a enganação que a presidente Dilma Rousseff deve evitar. Já ultrapassou 25% do seu segundo mandato e é chegada a hora de batalhar para que seu nome fique na história do país de forma relevante. Deu no que deu e não foi apenas desalojado do poder por obra dos petistas, como hoje se quer fazer crer. Caiu por ele mesmo, seus erros e sua crença de que cortinas de fumaça são biombos seguros para proteger ausência de capacidade inerente ao cargo. Seu desempenho hoje como senador da República – e é incrível que tenha conseguido novamente se eleger para um alto cargo como o que ocupa – beira o sofrível, não tendo conseguido sequer se afastar de práticas em nada altruístas. É a história política desse ex-presidente da República e hoje senador que a presidente Dilma Rousseff deveria considerar, para fazer se possível tudo ao contrário, ou ao menos não repetir a extravagância do marketing político por ele utilizado. Governar é diferente de se candidatar. Aqui um bom profissional de marketing político pode ajudar seu cliente a vencer as eleições. No governo, o que se exige não são mais aparências, promessas e planos na maioria das vezes abandonados na hora da posse. Governar é muito mais que vencer as eleições, para o que a presidente disse durante a campanha que faria o diabo. Pode até ter feito – o que de qualquer forma é condenável –, mas não pode continuar fazendo. Ao que parece, a presidente Dilma Rousseff tem se convencido disso e procurado cercar-se de pessoas capazes e bem-intencionadas, no sentido de aproveitar o tempo que ainda lhe resta, e que é grande considerando-se o impeachment como ultrapassado, para entregar o Brasil ao seu sucessor em uma situação menos deplorável do que a atual, ou ainda, se ela realmente estiver disposta a isso, em uma condição de governabilidade que já proporcione bons frutos antes mesmo de deixar o poder. *** O mercado publicitário dá sinais de recuperação, ainda que lentamente. Se quiser um exemplo do que não deve ser, basta mirar-se no senador Collor de Mello quando ocupava a sua cadeira. O uso do marketing político por ele deveria ter cessado a partir do instante em que tomou posse, mas, vaidoso, preferiu continuar se utilizando do ferramental, já no desempenho das suas responsabilidades no mais alto posto do país, e os que viveram aquela época e continuam vivendo bem sabem quanta bobagem foi dita e feita. Desde a sua posse até a renúncia, que só ocorreu para evitar o impeachment e suas consequências, Collor foi um boneco de ventríloquo, com desempenho medíocre na arte e importância de governar, procurando sempre o caminho das aparências do que o da realidade, para o qual, diga-se, não estava preparado. FraSeS “Caminhante, não há caminho. Se faz o caminho ao andar.” (Antonio Machado, poeta espanhol) “as pessoas devem ter garra, interesse, persistência e fé, como também sonhos. Sem sonhos, nada se Faz.” (Victor Civita, fundador da Editora Abril) O mais importante é constatar-se que o pior já passou, embora deixando grandes estragos, como a imensa massa de desempregados espalhados por todo o país e milhares de pequenas e médias empresas encerrando suas atividades por absoluta falta de condições para sobreviver. Se ainda é cedo para um balanço sobre os prejuízos dessa crise política e econômica que atravessamos e acreditamos encontrar-se no seu derradeiro capítulo, nos é permitido perceber um ano melhor pela frente. Nada exagerado, nada que nos faça de repente subir ao paraíso. Mas, só o fato de parar de cair, segundo alguns experts, já é um alívio. Cabe a cada um de nós acreditar. “especialista é o que só não ignora uma coisa.” (Millôr) “eu sempre acreditei na ideia de que o dinheiro não vem quando você precisa dele, mas quando ele precisa de você.” (Stalimir Vieira, PROPMARK, 18/1) jornal propmark - de fevereiro de 2016 3

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