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edição de 1º de fevereiro de 2016

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MíDIA Os Dez

MíDIA Os Dez Mandamentos estreia com recorde na pré-venda Divulgação Novela estimula emissora a produzir longa, que já vendeu 3,2 milhões de ingressos Cena do filme, que ocupa mais de mil salas de cinema em todo o Brasil Vinícius noVaes Pela primeira vez na história do cinema nacional um filme religioso ganha um destaque que, até então, era digno apenas das comédias. Os Dez Mandamentos – O Filme, que tem produção da Rede Record e distribuição da Paris Filmes, bateu a marca histórica de pré- -venda, com mais de 3,2 milhões de ingressos antecipados. O número de salas estimado inicialmente foi ampliado para atender à demanda e garantir que mais pessoas possam assistir ao filme. Os Dez Mandamentos – O Filme chega ao ranking das dez maiores bilheterias dos últimos dez anos do cinema nacional. Além disso, o recorde da pré-venda tornou-o campeão da história da exibição brasileira, abrindo e pavimentando o caminho para que as grandes produções do gênero alcancem números mais altos nas bilheterias brasileiras. No entanto, reportagens de alguns veículos mostraram, na semana passada, fotos de uma das salas do cinema do shopping Boulevard Tatuapé praticamente vazia, o que não corresponde à quantidade de ingressos comercializados. Em nota, a Paris Filmes informou que a sala fotografada não fazia parte da pré-venda. Além disso, a empresa afirmou que “para corroborar e validar a presença do público nos cinemas, refletindo a massiva e histórica pré-venda, vários gerentes de complexos cinematográficos nos enviaram fotos de suas salas nas sessões até agora realizadas”. Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Rede Record e produtor-executivo do filme, disse que o longa é uma forma de valorizar o cinema e a produção nacional. “A estratégia de lançamento é ousada: vamos ocupar 1.100 salas em todo o país. Além disso, as emissoras do grupo estão empenhadas na divulgação, num trabalho conjunto de crossmedia. Temos ações em redes sociais, como vídeos gravados por famosos e anônimos que viralizaram, e espaço na programação da Record”, revela. O filme é uma reedição da novela. Cerca de 170 capítulos foram transformados. Como a trama foi captada com qualidade de cinema, foi possível fazer essa transposição, com algumas adequações. Parte das cenas, no entanto, foram gravadas para o filme. O longa conta uma das mais famosas passagens da Bíblia: a saga de Moisés, desde seu nascimento até a chegada de seu povo à Terra Prometida, passando pela fuga do Egito através do Mar Vermelho e o encontro com Deus no Monte Sinai. O diretor Alexandre Avancini conta como foi feito o processo. “A gente pegou todo o material original e, como usamos equipamento de cinema para a captação da novela, tínhamos um material muito bom. Então acessamos 6.500 fitas originais da novela e remasterizamos tudo”, explica. “É a primeira novela da história brasileira que vira um filme”, completa. A novela Os Dez Mandamentos, que foi ao ar de março a novembro do ano passado, impactou cerca de 144 milhões de telespectadores no Brasil e alavancou em 139% os índices da emissora na faixa de exibição, garantindo a vice-liderança isolada de audiência, com muitos capítulos em primeiro lugar, desbancando o Jornal Nacional e a Regra do Jogo, da Rede Globo. UNIDADE DE CINEMA Seguindo a trilha da concorrente, que tem a Globo Filmes, a Record também deverá anunciar, ainda neste ano, uma unidade de negócios voltada apenas para o universo cinematográfico. Tavolaro seria o responsável pela área. A ideia da novidade seria a produção de filmes não apenas com a temática religiosa. 14 de fevereiro de 2016 - jornal propmark

Mídia nova Playboy não pagará para ter mulheres nuas Proposta é oferecer às modelos ensaios cheios de glamour, que sirvam de vitrine para o sucesso Rafael Vazquez Existe uma expectativa no ar em relação à nova Playboy brasileira. Desde o fim do ano passado, quando a Editora Abril resolveu descontinuar o título do portfólio depois de 40 anos e a desconhecida PBB Entertainment prontamente assumiu o desafio de relançar a revista no país, tanto leitores como anunciantes esperam com curiosidade o que vem por aí. Algumas características serão mantidas e outras tentarão ser resgatadas, mas nem tudo será igual. Segundo André Sanseverino, vice-presidente e publisher da revista, uma das principais novidades é que, ao contrário do modelo de décadas que atraía grandes estrelas pelas polpudas recompensas financeiras, a partir de agora a Playboy não vai mais pagar para que as mulheres tirem a roupa. “A Playboy não pagará por nudez. Como contrapartida, o que queremos é proporcionar um momento único para as nossas estrelas. Os ensaios serão superproduções”, garante o sócio, que entrou no negócio junto com os parceiros Marcos de Abreu, que assume como presidente da empresa, e Edson de Oliveira, que ocupa o cargo de vice-presidente comercial. Apesar deste formato de negócio, que pode representar um balde de água fria em celebridades que viam na Playboy a chance de ficarem milionárias ou compar casas e carros de alto padrão com os cachês, Sanseverino afirma que já tem garantida a mulher que estampará a capa da edição de relançamento, que deve ocorrer em março. Ele esconde o nome da protagonista, mas assegura que se trata de alguém que há muitos anos é o sonho dos leitores brasileiros. Questionado sobre a informação de mercado de possíveis André Sanseverino, publisher da nova Playboy Brasil, Marcos de Abreu, presidente, e Edson de Oliveira, VP comercial dificuldades para definir a garota de capa por conta de recusas das mulheres procuradas, o publisher desmente. “Tanto não é verdade que já temos o nome certo. Só houve um convite, que foi aceito”, diz, explicando que beleza não será o único quesito para as escolhas das próximas musas. “Além de resgatar o glamour que a revista já teve, vamos dar maior participação para a mulher, inclusive dentro da equipe editorial, que terá uma colunista mulher. A Playboy continuará falando sobre o universo masculino, mas vai trazer também uma ótica feminina sobre os assuntos”. Nesta linha, mulheres formadoras de opinião e com históricos interessantes também estarão no alvo da revista, mesmo que não sejam as mais desejadas do momento. Coelhinhas As tradicionais coelhinhas seguem nos planos da revista e devem até ganhar mais espaço. Como a PBB Entertainment já nasce com a expertise de gerenciar carreiras de modelos por meio da Employer, empresa do sócio Marcos de Abreu, e da experiência do próprio Sanseverino, que foi diretor da agência de modelos Ford Models no Paraná, a ideia é organizar um concurso para escolher um time oficial de coelhinhas e alavancar a carreira das selecionadas na disputa. Os novos sócios também prometem realizar grandes festas para o lançamento de cada edição, como estratégia para atrair as personagens da capa. “Não apenas em São Paulo e não somente eventos em baladas. Vamos fazer festas grandes em várias regiões do Brasil para aproveitar e expandir a força da marca”, comenta Sanseverino. MultiMídia Outra novidade está no formato, que crescerá um centímetro em comparação ao da Editora Abril, e em um tipo de papel mais elaborado. O objetivo é dar uma imagem totalmente premium ao produto impresso, que seguirá sendo o carro-chefe. “Queremos oferecer uma série de oportunidades aos anunciantes no impresso, digital e festas”, afirma Sanse- Divulgação verino. “No entanto, não esqueceremos a essência da Playboy. Fala-se muito da crise nos meios impressos, mas estamos muito animados e conscientes. Acreditamos que ainda existe um bom mercado”, completa Sanseverino. Na parte editorial, as clássicas páginas com entrevistas serão mantidas e terão o mesmo destaque de antes, sempre com personalidades conhecidas pelo grande público. A publicação contará ainda com uma plataforma digital, que terá o conteúdo atualizado diariamente. Algumas fotos dos ensaios poderão ser vistas pelo site, mas a íntegra, apenas para assinante. De acordo com Sanseverino, que virou dono da revista que coleciona e para a qual um dia trabalhou como fotógrafo, a nova proposta editorial pretende ser mais aberta. “Ao contrário da Abril, que não fazia matérias sobre carros, por exemplo, porque tem a Quatro Rodas, nós somos livres para abordar todos os tipos de assuntos. Nosso modelo não será engessado como era antes. Estamos muito animados”, conclui. jornal propmark - de fevereiro de 2016 15

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